sábado, 29 de junho de 2013

TIRAS...







CHUVA PRATA E DOURADA II







(Mestre Jot@ SM.) 

E o sexo oral NA ESCRAVA ?
Pasme-se, mas este ainda é um grande tabu em BDSM.

Se existem Mestres que chegam ao extremo de omitir e negar beijos e carinhos na sessão, imagine sexo oral na escrava ?

Mas porque este tabu ? Onde o mesmo se apoia para interligar-se com a liturgia BDSM ?

Primeiro porque é um grande tabu também no baunilha. Poucos sabem, mas no início do século, chamar um homem de "chupador de vagina" era uma ofensa inaceitável. Pois significava que o homem era impotente ou "servia" a uma mulher numa sociedade ainda amplamente machista. Assim, talvez esta imagem ainda sobreviva, fazendo com que o sexo oral na mulher seja visto "ainda" como uma – pasme-se – humilhação.

Segundo, porque parte-se da premissa que só quem é chupado sente prazer (que tolice). Ou seja, ao praticar o sexo oral em sua escrava, o Dono estaria fazendo uma prática onde só ela sente prazer e portanto ele estaria com isso "servindo-a" e a seu prazer egoísta. Assim, haveria uma inversão de valores, pois conceitualmente quem deve agradar e servir gratuitamente é a escrava.

Ora, se o Mestre não sente prazer ou sente repulsa nesta prática, que não a faça. É um direito dele. Mas, tirando aqueles que tem em sua atitude a justificativa coerente da insuficiente higiene da sua parceira, deixar de praticá-lo pelo preconceito de julgá-lo inaceitável no BDSM, é um desperdício.

E diante disso, completo, para aqueles que ainda julguem o sexo oral na escrava uma prática humilhante ou serviçal do Mestre, passível de diminuir seu domínio e moral, que não existe forma mais eficiente de se dominar uma mulher do que pela libido. Logo, quanto mais artifícios um bom Mestre souber e se dispor a usar para elevar o desejo, o tesão, o gozo e a realização de sua serva, mais ela estará SOB SEU DOMÍNIO. *pisc

Continuando... Peço licença para abster-me da análise da Chuva marrom, uma vez que esta é uma prática que faz parte de meus limites como Mestre.

E justifico, para não parecer preconceito: Primeiro porque não consigo imaginar-me conseguindo o necessário relaxamento durante uma sessão para praticá-la; e segundo, porque o olfato é um sentido muito forte em minha libido. Tanto prova que em minhas regras restrinjo o uso de perfume pela escrava para que seu cheiro próprio, único, inconfundível e erótico não seja sufocado por um extrato de seiva que, por mais caro e raro que seja, não chega aos pés do cheiro único e atraente da fêmea excitada, clamando pelo gozo com seu Dono.

Assim, adentremos na Chuva Dourada...

De início devemos observar que a urina provém diretamente dos órgãos genitais, um fato que poderia levá-la a um simbolismo também erótico. Porém, de imediato, as pessoas não iriam nunca associá-la à libido, mas sim à uma prática humilhante, nojenta, de subjugo ou de castigo.

Ora, para muitos sim. Basta que o nojo aos fluidos do parceiro esteja ou permaneça presente para que esta prática se torne uma tortura ou humilhação. Porém, e se não há esta repulsa ? Ou se ela existe, sua intensidade não é maior do que o desejo de se interagir e envolver com todos os fluidos que venham do parceiro, seja por que motivo for ?

Ora, ao praticar a chuva dourada passivamente, a praticante não estaria demonstrando toda sua interação e envolvimento com seu parceiro, ao ponto de aceitar e se agradar de todos os seus fluidos sem restrições ?

Assim sendo, torna-se importante nesta prática, antes de mais nada, descobrir e/ou lapidar os sentimentos de como a praticante passiva encara a mesma. Pois se esta causa-lhe uma repulsa inaceitável, o praticante ativo, ao praticá-la (respeitando o limite da parceira), saberá estar naquele momento torturando-a ou humilhando-a mesmo que ela esteja aceitando por submissão. Em suma, a conotação da prática vai depender de como os parceiros a encaram, em especial a praticante passiva, mas tb. o ativo, porque se ele quiser impor a prática como uma humilhação e a praticante passiva se agrada dela, pois a vê como envolvimento, a humilhação existirá apenas na cabeça de um.

Por fim, como nas praticas anteriores, será o nível de envolvimento, confiança e segurança entre os parceiros que irá determinar a intensidade e os limites da chuva dourada, restringindo-a ao corpo ou chegando ao ápice da ingestão pela praticante passiva de mais este fluido de seu parceiro. Qualquer cena praticada com pessoas com o devido cuidado com a higiene e segurança não há como ser contestada sob a égide de insalubre ou arriscada.

Por fim, atentemos que a chuva dourada, como diversas outras fantasias, é praticada independente do BDSM. Existem muitos adeptos que não mantêm qualquer relação de dominação ou sadismo. Basta ver que existem na net diversas salas específicas de chuvas, onde a maioria dos freqüentadores nem sabem da existência ou se agradam de BDSM. E pq. Isso ? Porque a correlação das chuvas com o BDSM não estaria na pratica em si, mas no sentimento enquanto ela é praticada. Ou seja, se a praticante passiva tem nojo, será uma tortura, se ela faz porque sabe que seu parceiro se agrada, será submissão e se o praticante ativo pretende subjugá-la, será uma humilhação. Mas e se ambos se agradam e vêem-na com a ideia de envolvimento e interação?



 



UMA LAMBINHA...




sexta-feira, 28 de junho de 2013

CHUVA PRATA E DOURADA - PARTE I







Mestre Jot@ SM. 

Ohhhhhhhhhh!!...Já reagirão alguns diante do título. Afinal, este é um tema muitas vezes tabu, limite ou repulsivo para a maioria. Mas quem sabe algumas (errôneas) imagens e ideias sobre o mesmo não irão se dissipar com este texto ? Afinal, esta é a ideia... Então, vamos lá... 

Chuva Prata é um termo usado indistintamente para três tipos de fluidos: suor, cuspe e para os líquidos sexuais (esperma e gozo feminino). 
O suor, afastada a hipótese de uma total e incontrolável repulsa da escrava, o que somente neste caso transformaria a chuva prata correspondente numa tortura ou humilhação, teria uma conotação na verdade erótica, sensual e libidinosa. Pois lamber ou ser molhado pelo suor do parceiro, compartilhando de seu cheiro, seu gosto e seu fluido, é demonstrar a total falta de nojo ou repulsa ao companheiro, o que resultaria numa aproximação e envolvimento ainda mais intensos. 
Ao contrário do suor, a saliva/cuspe, em face da conotação social de humilhação, subjugo e desprezo dada a uma "cusparada no rosto" ou "cuspida", dificilmente conseguiria denotar "envolvimento ou aproximação". 
Como a bofetada, uma cusparada no rosto tem no BDSM a mesma força intrínseca maior no fator psicológico e social. 

É incontesti que um tapa no rosto é muito, mas muito menos dolorido ou hard do que um spanking ou um chicoteamento. Porém, o poder de subjugo, disciplinamento e imposição de obediência/respeito imediato que possui, torna-o muito mais eficiente como uma imediata atitude de imposição de "pulso forte" e bloqueio de uma falha ou rebeldia da escrava, do que um chicoteamento que a tire sangue.

Isso porque o susto, imediatismo e conotação psicológica e social de um tapa no rosto supera em muito os efeitos (não os físicos, mas os psíquicos) de um chicoteamento, no objetivo de humilhação, disciplinamento e/ou imposição de moral/respeito imediato. Pois é muito forte a imagem do tapa no rosto que nos foi incutida e nos acompanha no dia a dia e até mesmo em termos verbais usuais ("foi uma bofetada na cara", "vou te dar na cara", etc...).

Assim, da mesma forma, acompanha tal fator psicológico e social a cusparada, seja no rosto ou mesmo no chão/corpo em sinal de desprezo. Sua conotação social e psicológica imposta no dia a dia e incutido em nossa personalidade, faz com que a mesma acabe por sempre denotar humilhação ou desprezo. Ou, sob outro prisma, grosseria ou vulgaridade.

Para encerrar as chuvas prata, entremos na mais polêmica delas: O gozo.

Primeiramente o esperma masculino:
Pode parecer para nós – fetichistas e pessoas mais liberadas – inconcebível que o sexo oral ainda possa causar alguma repulsa ou ser tratado como tabu. Mas é. Para muitos "baunilhas plus" uma "chupada" ainda é algo assustador, vulgar, repulsivo, humilhante ou inaceitável.

Ora, se o sexo oral já é uma pratica polêmica e repulsiva para muitos, o que dizer então da chuva prata resultante ? Gozar sobre a escrava é um ato e um visual maravilhosos, mas pode gerar nojo em algumas delas (mesmo lembrando que o sêmen é o fluido mais limpo do organismo, pois é o único que não tem como objetivo exalar impurezas).

Indo além, esta prática teria vários níveis diferentes, pois, dependendo do envolvimento, confiança e segurança (merecidos) entre o casal, pode-se ir de uma simples gozada no corpo, até uma gozada na boca com a ingestão ou não da escrava do fluido de seu Dono.

Aí, repito, é necessária a devida confiança e segurança no parceiro para que tal prática não deixe de ser uma fantasia e passe a ser uma irresponsabilidade... ou suicídio com os riscos dos dias de hj.

Neste raciocínio, saliente-se que recusar práticas escatológicas pela dúvida de sua segurança com um parceiro em especial é plenamente coerente. Porém, vejo aí um pleonasmo. Porque este cuidado com a escolha do parceiro não deve se restringir nem nascer numa prática específica, mas sim, deve ser uma prerrogativa e constância em toda a relação. Ter um envolvimento íntimo com uma outra pessoa – ainda mais intenso como é o BDSM - sem o devido cuidado e confiança no parceiro é uma irresponsabilidade. Porém, usar constante e intransponivelmente tal prerrogativa para se eximir de práticas específicas dentro da relação deixa de ser um sinal de prudência, para ser uma evidência de covardia, protelação ou enganação.







TUA MARKA EM MIM


 





DESEJANDO SENTIR TUA MARKA.

AO MEU MESTRE E SR!







Oh, meu Mestre amado,
senhor do meu coração e de todos os meus desejos,
razão de minhas fantasias sentidas, desejadas e vividas
aqui  prostrada ante tua presença -
pois este é o local de quem serve - este é meu local.
E nessa minha reverência a ti,
te faço chegar  à tua markante presença este pedido súplice de uma serva desesperada 
que clama e anseia  por ti:
Por favor, Meu Mestre e Sr onde Tu andas?!
Estou ficando muito desanimada,
não gosto mais de treinar. Perde a graça.
Treinar só faz sentido se for contigo, para Ti...

 

PURA E NATURAL










QUANDO CHEGA AQUELE CALOR DE TESÃO
É MELHOR SE REFRESCAR...


quinta-feira, 27 de junho de 2013

MESTRE ADORADO - TUA AUSÊNCIA É MUITO RUIM!


 






MESTRE,

Não entendo a dor
Não entendo esse mistério de querer
De sentir sem tocar
De unir sem viajar
Só sei que meus fragmentos
Se completam quando penso em TI
Eu me torno uma unidade imortal
Ah!... mas essa dor da Tua ausência...
Me queima o peito
e me acorrenta o coração!..
Eu sinto tanto tua ausência, meu Sr e Mestre
Fico rondando os locais onde te vi
fico almoçando fora a cada dia, 
na esperança de te ver ali...
Vou rondando a pé, a carro, 
olhando para todos os lados
Sinto tua falta, desejo tua 
presença que me marka
Por favor, volte!
Dê notícias
Esta está sendo a pior de todas as torturas 
que esta serva pode ter:
a TUA AUSÊNCIA