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sábado, 15 de julho de 2017

SERVA E FÊMEA






Por fim, a serva pode se revelar numa grande fêmea, uma mulher espetacular, fortalecida  pelo desejo em servir seus próprios desejos, que é ser submissa. Servir aos desejos de um homem, não um homem qualquer, mas um homem dominador. Aquele que vai traçando caminhos, delineando práticas que a Si mesmo se assemelham e que a ela são ensinadas. 
Tecendo entre conversas e encontros os roteiros de um acordo bdsmista. Satisfazendo um plantel de desejos com vários lotes de ensinamentos. 
Uma serva que com preocupação se esforça para cuidar do prazer do seu amado Senhor, mantendo viva as lições recebidas, aprendidas e  aguçando aquelas que ainda virão.
Serva e fêmea se misturam na busca das realizações de desejos mutualizados, numa relação ratificada pelo compromisso da sinceridade e da idoneidade.
Tempo? O tempo é apenas uma questão de espaços na construção desses arraigados desejos, perpetuados por lembranças, momentos e toques...
Numa simbiose acalantadora, como se fosse uma gangorra, indo e vindo, subindo e descendo...
Ah... ser serva é ser fêmea no servir. É ser serva. E pronto!
E esse é o querer de toda serva que anela ser markada....
Ou pelo menos é o desejo desta serva...  

Tua serva ylena, Mestre.


5 comentários:

  1. Vc conhece uma canção do Depeche Mode chamada "Master and Servant"? Em caso negativo, ouça-a. Creio que vai gostar... Bjs!
    GK

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    Respostas
    1. ouvi a música algumas vezes. Interessante, sim.

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  2. Delícia de post. A "servitude" realmente tem uma natureza mais feminina.

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  3. A servitude é de fato algo muito sublime...

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  4. A canção é espetacular, transmite um pouco o que é SM. Gostei da sugestão, escritor! Obrigada!

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