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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

OS PONTINHOS...

 


Vejo que este ano está carregado de “pontinhos”. Isso me excita e me incentiva. Então, passeando por eles, Tu me apareces com o maior de todos os desafios já visto e tido por esta serva! Me evocando, me convocando, me desafiando a ir em busca desse prazer fascinante, só que agora em outra direção, em outra dimensão. Eu adoro desafios, quanto mais vindo carregados de markas, enunciados de e embebidos de indecências...

Desafio dado, desafio aceito! 15/01.


domingo, 14 de janeiro de 2018

EU NUNCA TIVE MEDO DO PRAZER...


 
 
 

 
 
 
 Quando tua voz magnetiza
todos meus sentidos
tornando-se guia
que conduz  com uma forma oculta
enlaçando-me sem nós
provocando desejos fatais
que uma fêmea se reduz, cai 
e se desmancha toda em ânsias...
Sabe aquele prazer descontrolado
que Tuas mãos provocam?
Que Tua voz excita?
que Tu mesmo produz?...
Pois é
Eu nunca tive medo do prazer
que Tua Marka em mim traduz...

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

MUNDO BAUNILHA x MUNDO BDSM


A vida é muito bela para não ser desfrutada. E em todas as suas extensões. Em todos os seus diversificados momentos, óbvio. 
Nessa minha vida, onde amadureci cedo, por conta de imposições de responsabilidades precoces, posso analisar de forma mais crítica suas várias tangentes.
Ainda lá na minha pacata cidade conheci homens ‘grandes’, como escritores nacionais, entre outros. Já na cidade grande, esse sex appeal que exalava de minha feminilidade também atraiu outros homens ‘grandes’, como meu inesquecível “Comandante”. Entre outros  que mexeram com minha imaginação de mulher. Aquela que queria um lar, uma família, uma vida socialmente correta. Viver grandes emoções que achava eu ser o ápice das sensações de prazer. Sempre me julguei provocante e completa em meus momentos relacionais ‘baunilhas’. Mas confesso que no meu inconsciente ou até mesmo consciente queria algo mais.
Minha vida baunilha foi completa, aquela completude cálida, certinha, equilibrada, de emoções controladas e resguardada por preceitos,  dogmas e regras de limitações em várias coisas, até nas emoções e desejos escondidos. Havia uma lacuna a ser preenchida que eu, ylena, não entendia exatamente do que se tratava.
Mas era uma vida boa!
Mas nem se compara com a avassaladora vida que em mim se revelou quando me deparei com o BDSM. Po*...!
Foi nessa impetuosa vida que realmente me sentir fêmea, pude de fato explorar meu lado perigoso de servir, de sentir sensações de espasmos que nunca antes havia sentido. Foi nesse 'outro lado da vida' que  descobri o que é de fato uma foda, o que é de fato está sob o domínio de alguém. Essas loucas sensações despertaram em mim desejos de conhecer os limites do corpo, de praticar coisas onde eu pudesse sentir na pele o sabor do desejo, o tremular do prazer.
Cada lado tem sua vantagem. Mas infinitamente o BDSM supera toda prática baunilha. Por isso não raro é que as pessoas que conheceram o BDSM se arraigaram e não querem mais deixá-lo...
E quando tudo isso vem acordado com a pessoa certa, aquela pessoa que conduz, que orienta, que participa direta ou indiretamente, o prazer fica completo, porque então, não será apenas o desejo de uma fêmea, mas o desejo de duas pessoas que decidiram viver e experimentar essas impressões de puro êxtase.
Podemos até tentar comparar, mas Não há como equiparar esses dois mundos. Tão semelhantes e tão distintos na sua intensidade de prazer provocado. Porque o mundo BDSM, para mim, suplanta o baunilha!

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

TUA PRESENÇA



Tua presença aqui, 
é muito mais que tua presença
É um rastro de luz que pulsa, 
que acende desejos, 
que revitaliza esperanças.
Tua presença
é um cacho de desejos maduros
pronto a serem colhidos
me abre a boca de querer
embebidos
e lambuzados
produz salivação
e todo esse tesão
são seivas...
Venha sempre!
Volte sempre!


sábado, 2 de dezembro de 2017

ENTRE A DOR E O TESÃO


 

“- Quem é a puta, ylena?”
A pergunta me pegou de surpresa, me fazendo engoli em seco. Que resposta eu deveria dar?
- Sou eu, meu Senhor?!
Achei que iria arrasar respondendo que era eu mesma. Já que com Ele não há convenções, não há frescuras. Quem reina é o prazer, nossos prazeres - ou não. Mas sempre há aquele prazer que faz os desejos reacenderem sempre.
- Splaft! - Senti o rosto esquentar com aquela mão maravilhosa, desejada e markante.
- Oh! – Espanto? Não! Sensações desgraçadas que sempre me fazem delirar de tesão quando aquele calor invade minhas carnes, já esquentadas pelo desejo de estar com meu adorado Mestre.
Ainda não era a resposta satisfatória. Fui elencando várias situações onde a fêmea vagabunda que me torno quando com Ele estou, poderia responder. E nada parecia Lhe satisfazer. Mas podia sentir em Seus gestos todo tesão em me infringir aquela dor inicialmente cortante e depois pulsante, onde tudo começa a acelerar.
Mesmo não tendo feito algumas preliminares que aprecio e Ele também, o corpo começa a despertar para aquela vontade insana na mente; mas sagrada ao tesão, de querer sentir tudo que viesse daquele ADORADO Senhor.
A chegada ao ‘santuário’, à masmorra, ao suplicante e delirante local foi coroada com um esforço particular: a maldita entesuda mala. Muitos desejos. Cheia de fantasias. E sonhos de uma submissa que a cada ano deseja se tornar a ‘puta serva’ do Seu Dono.
De todos os momentos vividos, este foi o mais intensamente markante. Pude sentir o extremo da dor em momentos e situações diferenciados, momentos estes que foram temperados com gritinhos ‘putáveis’, com markas markadas e com aquele delirante tesão e vontade suplicante de “quero mais um pouco, por favor”.
E veio. Muito mais que um ‘pouco mais’. Mãos a me abrir... mãos a me invadir, mãos a me puxar... E dorzinha de ranger os dentes e ao mesmo tempo de fazer desejos aflorarem. De fazer babar a buceta e deixá-la confusa: entrar ou sair? Para frente ou pra trás? Vontade de correr, vontade de ficar, vontade de sentir... Aquelas mãos pareciam ímas a me atrair; sentia-me enlaçada com cordas invisíveis. Sempre me impulsionando para aquela sensação. Para em seguida sentir... Sentir cordas. Já que eu estava sem ver - com os olhos, via apenas pelos sentidos, pela expectativa, por esse incessante desejo que o Mestre faz nascer e explodir nessa serva! Ali, pés presos, rosto totalmente vendado, com espaço para respirar na boca. Na expectativa, no desejo, no tesão.
Foi quando pude senti, então, a pele aquecendo com o som em formato de corda... Quando ouvi aquela linda voz:
- Agora conte de 1 a 3 para receber seu presente de Natal.
Contei, ué, minha boca tava livre...
Splaft!
Senti na bunda aquela lanhada. Outra marka. E mais markas... Depois de um tempo considerável, infelizmente, precisávamos voltar à outra realidade 'social', sem ser essa realidade de markas deliciosas. Agora posso entender o porquê da escolha desse nick.
E eu!?... Bem, eu fico aqui namorando essas markinhas em cada parte do meu corpo. Desejando que se repita logo, logo... Como presente. Para começar um novo ano... Quem sabe... 
Porque esta é minha digital de serva. Tua serva, Dom Marka.

 


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

QUALQUER FORMA





Qualquer que seja a forma
a reverência estará sempre presente
no coração de quem serve.
Por isso a obediência vem
não pela imposição
pelos gritos
mas pela paixão
paixão em servir
paixão em ser servido
um Mestre e sua serva
um Dom e sua escrava
um Macho e uma fêmea
Tu e eu...

sábado, 25 de novembro de 2017

EXPLOSÃO







Quando a explosão multicor lubrifica tudo 
entranhas adentro, 
a sensação de prazer completo pode ser sentida
 na quietude do coração 
que faz caminho reverso e faz voltar ao normal 
sua aceleração...