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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

EU ADORO...







Adoro quando Tu me pegas 
com aquele Teu jeito de dominar
com aquela Tua pegada forte
inusitada, única...
Me extasiando de prazer 
numa foda boca-cu-buceta alucinada!


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

PUTAMENTE MARKADA!







Nem precisa se receber comunicados. Nem precisa se saber horários. Nem precisa sequer ler alguma mensagem ou receber um telefonema. Simplesmente quando o Dono manda não tem mais nada a fazer. Ele é o DONO! E ele faz como quer, onde quer e na hora que quer!
E assim foi. As boas vindas aquecidas com markinhas porenquanto suaves, mas que certamente ficarão mais intensas - parecendo uma aurora boreal - que ficarão por um bom tempo, com certeza - pareciam, também, torcidas cheerleading - de tão intensas que eram e ficaram.  O natal começou assim, muita festa. Muitas markas. Amei minhas novas markinhas. Agora de volta aos treinos com mais intensidade para só assim poder desfrutar das impetuosidades do Mestre.
Uso brinco, sim, e gosto. Mas sempre que me achego à presença Mestre eu os tiros. Às vezes até esqueço, mas como sempre, nessas circunstâncias, os uso com abotoaduras, não corre risco de me machucarem ou prenderem em algo, se puxar, por exemplo, eles  saem com facilidade.  Eu sei que o Mestre não aprecia nenhum tipo de uso de joias na sessão, justamente para não acontecer nenhum ‘acidente’. Nudez total: nudez de corpo, nudez de joias.
Agora, melhor de saúde.  Mais tranquila. Quem sabe tirar umas férias e ficar mais tempo comigo mesma, aperfeiçoando aquilo que faz parte dos prazeres do Mestre; ou viajar um pouco. Ou quem sabe ter um tempo para um encontro prolongado...
As loucas fantasias que campeiam minha mente e precisam ser transbordadas para fora, quem sabe ir mais além do limite dos limites. Nem cogito de usar safe, que às é um ‘sinal de fraqueza’ quando duas pessoas que se zelam estão desfrutando de prazeres...
Tentei trazer aqui minhas belas markinhas... as outras não foram possíveis. Não consegui alcançá-las. Mas essas poucas beliscadas renderam esses quadros.
Queria extravasar, gritar, gozar, sentir... Queria a bunda aquecida de tantos... tantos... Juro que pensei que iria sentir o aquecimento das velas desenhando desejos  markantes em minhas costas... umas boas palmadas nas ‘nádegas’, digo, na bunda. Queria mais markas, dessarte, sentir com mais intensidade o sabor das cordas. Quem sabe com mais recorrência.
Gritar, me contorcer, me empurrar para frente, voltar para trás... não pela provocação da dor, mas pela provocação do prazer que essa cobiçável marka provoca nesta serva.
Sentir o sabor do Mestre sempre será incomparavelmente desejável. De já, de sempre, fica na memória o desejo de reprisar cada vez, com mais ímpeto...
E olha, como eu sempre digo, um não, nem sempre quer dizer um não... Às vezes é um convite para o sim... Ainda mais agora, que depois de umas horas a buceta fica naquela babação sem fim, clamando pela mão do Mestre...



QUALQUER FORMA





Qualquer que seja a forma
a reverência estará sempre presente
no coração de quem serve.
Por isso a obediência vem
não pela imposição
pelos gritos
mas pela paixão
paixão em servir
paixão em ser servido
um Mestre e sua serva
um Dom e sua escrava
um Macho e uma fêmea
Tu e eu...

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

O SOM DO CORAÇÃO





Hoje eu fiquei a observar o som do meu coração. Achei um pouco diferente do que de costume. Aliás, o meu coração tem multi sons. Tudo vai depender do momento, com quem eu me encontro e o que estou fazendo. Quando estou sozinha é como se valsa fosse, de lá pra cá, em passos suaves; quando estou a ouvir o Mestre o som se comporta de uma forma meio cadenciado, acelerado; já na presença do Mestre é um ritmo de bateria de carnaval, como escola de samba em Sapucaí, acelerado e ritmado.

Mas especialmente hoje está diferente. Um misto de todas as coisas; uma certa ansiedade. Levei uma grande queda e bati com a cabeça no chão; fui a nocaute e isso está me deixando ‘zonza’ de preocupação.  E isso está mexendo também com meu coração, levando-o a tocar vários ritmos. Acho que preciso de férias. Chega de protelar. Viajar um pouco, sair dessa rotina, desse cotidiano repetitivo.

Li certa vez um provérbio que dizia o seguinte: “Há três coisas que um homem deveria fazer na sua vida: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro”. Esta frase atribui-se a um poeta cubano, José Martí, mas não sei. Talvez para ele, essa fosse sua realização para aquele momento, aquela época. Para mim, ylena de Dom Marka,  já seria assim:

“Há três coisas que uma mulher deve fazer na sua vida: uma faculdade, ter um bom emprego e ser uma serva BDSM”. Pronto! Porque essa é minha realidade, meu desejo, meu momento. Acho que já alcancei meus 3 estágios. Mas a gente sempre quer mais. Eu sempre quero mais do Mestre, por exemplo.

A gente vai querendo. Querendo emprego. Querendo coisas. Eu mesma quero um outro carro. Fiz alguns test drives e amei um com direção elétrica. E por falar em carro. Eu fico tiririca da vida quando se bate a porta fortemente. Eu tenho uma amiga que sempre ensino como se deve fechar a porta do carro, mas não adianta ele sempre bate. Eu digo: Karina, não precisa bater, só encosta e faz pressão. É como uma boa foda. Chega pertinho e faz aquela cavalada deliciosa – na pressão. Indo até o final, mergulhando até o fundo do prazer.

E deixe o coração bater – qualquer que seja o ritmo, pois quem vai decidir será o momento e as emoções.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O SENTIDO DAS ROSAS



Entrou a primavera e com ela a alegria da natureza, em flores, em nuvens, em ares... Pássaros a gorjear.
Ele chegou, trazendo consigo não apenas sua presença, mas na mão direita um buquê com 5 rosas vermelhas que lhas entregou.
A face enrubesceu. Uma alegria incontida por receber aquele buquê de rosas. Enquanto  delirava com olor das rosas, sentiu  as carnes esquentar com o sabor do chicote na pele nua e crua. Sim, pois ao entrar naqueles aposentos havia retirado toda sua roupa, como de costume. estava completamente desnuda. Esperando uma recepção calorosa sim, de certo, mas quem sabe com as rosas? Assim foi trazida de volta  para a realidade, e pode perceber que estava não num encontro romântico, e sim num encontro para uma markante  sessão BDSM, onde a dor fazia parte do momento, do prazer e  da entrega.
Suspira baixinho e se entrega ao mar de sensações.  
E agora, o que fazer? Jogava fora as flores ou sentiria o corpo aquecer, com elas em suas mãos, exalando aquele perfume característico, misturado com o cheiro da luxúria, do sadismo daquele dominador, que sempre marka momentos encantadores? 
As estações...
Estações de prazer pela presença do Mestre reverenciado.