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quarta-feira, 12 de julho de 2017

BOM USO DA CADEIRA








Quando a cadeira 
deixa de ser coadjuvante 
e se torna
uma das peças principais do momento,
do encontro 
regado com situações, sensações e cenas 
eroticamente gostosas... 

terça-feira, 13 de junho de 2017

PASSADO-PRESENTE - PRESENTE-PASSADO



 
 
A dor maior que sinto 
é de não Ter-te aproveitado 
no máximo do meu passado
que hoje se torna tão presente,
revivível
aspirante e desejoso
Dói-me sentir Tua falta
aquele falta do toque
que comanda e direciona 
a rumos não navegáveis, ainda
um passado tão presente!
e um presente tão passado...
Bom era Ter-te longe ou perto
ou perto e longe.. Mas Ter-Te!




segunda-feira, 12 de junho de 2017

segunda-feira, 17 de abril de 2017

POR FORA




Mestre,
mesmo que esteja eu ausente, resolvendo assuntos pessoais por alguns dias, Tu ainda serás sempre o alvo principal dos meus desejos e pensamentos. 


sexta-feira, 14 de abril de 2017

AS MARKAS MARKADAS









a memória traz guardada 
todas as markas de um momento 
 eternizado no corpo, nos desejos e 
acima de tudo num coração altamente submisso
aos desejos de um Mestre com M.
Recebo Tuas markas como lenitivo para aplacar
esses desejos insano-profanos
luxuriantes que minhas taras por Ti nutre...


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

APRESENTO-TE TUA CONSTRUÇÃO!


 
  Nesta construção, não tem apenas palavras, são momentos de uma caminhada cunhada e MARKAda por desejos,  prazeres, tentativas, deslizes  e acertos, todos absolutamente oriundos dessa entrega quase inconsequente, esperada e totalmente sem reservas, dedicada a Ti, que  é a razão maior, principal e única de ter em meu coração a tua presença construída com a tua MARKA indelével.
Eu me sinto como súdita no palácio dos prazeres que tu me ofereces, meu Sr. Prazer em te servir, prazer em te dar prazer; meu coração inclina-se perante Ti, em regozijo.
Tive momentos construídos e MARKAdos pela tristeza, pelas lágrimas, pela solidão; tive parte de meus sonhos sequestrados quando me vi sem tua presença MARKAnte, quando então me senti num cárcere. E nesse tempo de cativeiro, o teu silêncio era meu carrasco.
Em dados momentos me entristecia, noutros dava a mim mesma injeções de ânimo e vívida esperança para sonhar em ser livre de mim;  mas cativa diante de teus pés.
Eu pensei: não posso fazer do tempo meu inimigo, pois o inimigo só sobrevive se injetarmos vida em suas veias, sabendo que permissões abrem espaços para invasões então eu me permiti a mim mesma a chance de resistir à cortante saudade de ti, pois eu queria ser invadida por ti, por tua presença, por tua essência.
Busquei a mim, sabendo que pouco acharia, pois tua MARKA era evidente em meu ser, em minha afetividade fundamentada pelo desejo e prazer de ti pertencer.



Por vezes eu me sentia e sinto frágil e impotente, quando sei que posso entregar-me a um mundo de prazeres – teus prazeres e não posso, pelas limitações das conveniências, quer naturais, quer forjadas. Limitações em tantos aspectos: de tempo, social, etc. etc. etc.
Apesar de pesares, tu me fazes crescer. Veja, Sr, como há reflexo de tua MARKA em meu agir, através das minhas atitudes, postura, fala!...
Esse desejo “brotante” que floresce eternamente em mim perpassa todos os momentos intempéries sentidos com a tua ausência, mas que foi recheado pela MARKA da tua presença, por meio de tuas palavras escritas, faladas, olhadas, sentidas. E assim, construo esse pequeno império de palavras para traduzir o caminhar dessa relação entre quem serve e quem é e merece ser servido; entre escrava e Senhor. Entre Ti e mim.
Por esses longos-curtos períodos de tempo, senti meus domínios e territórios sendo invadidos e conquistados pelos teus ensinamentos que passaram a ante-sala do deslumbramento e me levaram a conhecer os palácios dos limites litúrgicos de um modo de vida essencialmente dedicado e subserviente.
Eu reflito em mim uma submissa-serva em construção. Tua construção. Moldada pela tua MARKA.
Obrigada, meu Sr!
Tua serva ylena