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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

terça-feira, 11 de julho de 2017

TANTAS PROVOCAÇÕES


Cléia Fialho
(http://www.sensualeerotica.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=4823711)

Quero hipnotizar-te
com o magnetismo sensual
que vem do meu interior,
até que você não responda mais
por seus atos...
Devido tantas provocações
serei sua provação,
até onde vai sua resistência?
Deixe que jorre do seu corpo febril
as larvas desse vulcão.
Deixe-me lambuzar-te desse mel
que derrama da minha vertente
e suplica avidamente por você...


(...)


Provoques-me, que eu adoro!
Sempre pronta para receber
Tuas insanas ou lúcidas provocações...

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

TANTOS...




Tantas coisas para dizer. 
E nada fora dito.
Muitos ensaios, muitas palavras...

apenas para traduzir este momento mágico, eternizado por tua presença markante e indissociável  de meus desejos...

terça-feira, 12 de abril de 2016

DOMINAS-ME

NESSE TEU JEITO DOMINANTE
QUE ME PRENDE
ENTRE TEUS DESEJOS
ME MANTENDO CATIVA DESSA PAIXÃO TRANSLOUCADA
EM TEMPO E FORA DE TEMPO
NOS MAIS LOUCOS DESENCONTROS

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A CASA




Petra Maré



Veio-me uma saudade com sabor a noite
e pela casa ondulou preguiçoso o cheiro do pinhal.
Sentei-me à secretária e resolvi escrever-te.
A casa está plantada num rochedo, no cimo de um monte.
Parte das árvores que a rodeiam estão com as raízes no rio.
Do outro lado, as montanhas ondulam até os seus picos ao longe,
tocarem o céu.
A casa tem a forma de um navio,
em dias de nevoeiro balouça-se sobre o abismo
e no seu interior cheira a maresia.
Nesses dias lembram-se viagens por mares longínquos
e tragédias com fins ambicionados.
No Verão, o jardim cheira a flor de limoeiro
e as "caneleiras" informam o visitante
das viagens que a casa empreendeu.
Os cucos vêm em Março
e ouvem-se todos os dias até ao mês de Junho.
Os pardais vêm comer nas macieiras
e as crianças crescem descalças no jardim.
Nela o único luxo é o espaço,
que espera pacientemente as coisas desconhecidas
que a hão-de encher.
O tempo passa por ela devagar visto que é nova.
E por ela perpassa um frio angustiante
dos dias desconhecidos que a esperam.
O timoneiro sou eu.
Uma mulher que deseja a tua chegada.
Se viesses podíamos ver as estrelas até de manhã
e falar da cor do luar nas folhas prateadas dos carvalhos.
Talvez nos deitássemos sobre a relva...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

TUA MARKA AQUI... LEMBRANÇAS ALI



Cada vez que tua marka aparece, 
aqui dentro de mim
É um Deus-nos-acuda
O coração dispara
A buceta fica em alvoroço
E vai reacendendo velhos desejos
Animando velhas esperanças
Fico animada, ouriçada
Em polvorosa...
É como se fosse a primeira vez
Será que tu tens dimensão da tua marka em mim?
Acho que não...
Hoje, sozinha, nesse quarto quente (muito calor)
Lembrando de ti, pensando em ti
E fazendo tantos planos para o novo ano que logo desponta.
Quem sabe mudar de lugar, ir para bem longe...
Deu uma saudade da minha terra...
Pés descalços, no chão, “trepando” nos pés de goiabeira,  jaca, fruta-do-conde, embu, caju...
Acho que sou do mato, da natureza.
Quando criança queria “casar” com um fazendeiro, para poder ter a certeza que permaneceria em contato constante com a natureza.
Enfiando os dedos no chão, pegando “minhocas”, sentindo o cheiro de vaca mugindo, tomando leite da hora, cavalgando no cavalo "amarelo" do vovô, me escondendo entre os galhos, comendo goiaba verde com sal...
De fato, eu queria viver na quietude da natureza.
Uma rede na varanda, olhando estrelas, sentindo a brisa
Cuidando do prazer do mestre...
Viajei!...
 





sexta-feira, 14 de novembro de 2014

ANTES DE TUDO, AO MENOS VER-TE!


Antonio Kleber Mathias Netto



A tua voz inspira este poema,
consagro-te, endeusando-te, estes versos.
Atento, percorri mundos diversos,
desejando adequar-te a belo tema.

Sei que há fogo nas tuas emoções,
quando falas da vida, dos caminhos,
como se interpretasses pergaminhos
da história, do futuro e seus senões!

A tua voz reveste-se de encanto,
afasta a dor amarga, espanta o pranto,
envolve-me de sonhos, de prazer.

Porém - que fado estranho este acalanto! -,
ao confessar-te as ânsias de querer-te,
antes preciso, é claro, ao menos ver-te!