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segunda-feira, 11 de junho de 2018

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

ADMINISTRANDO A IRMANDADE

Quando o DOM quer, ele pode.
Mas também precisa entender de gestão 
para saber administrar a irmandade
com competência e muito tesão e prazer.
 
 
 

domingo, 4 de fevereiro de 2018

IRMÃS DE COLEIRA - AINDA (R)EXISTE?



Algumas submissas veem isso como um castigo, outras como uma dádiva ou algo que venha 'esquentar' o servir do Mestre.
Nem sempre a famosa irmã de coleira é uma escolha de uma das submissas. É apenas um desejo fantasioso do próprio dominador que quer, por vezes, mostrar seu poder de dominação, condução e/ou administração. Nalguns casos até mesmo de exibição... Tive uma amiga submissa "athina"  que achava que: "a relação é dele (dominador), que ela não tem nada a ver com isso".
Certamente que um dominador pode ter quantas escravas consiga administrar em sua senzala e ter a certeza de que tudo possa correr bem - para o bem e felicidade geral de todos. E isso pode ser medido pelo grau de satisfação de cada uma das escravas envolvidas, da dedicação, da entrega, do apreço, do desejo e do tesão em servir ao seu Mestre e senhor dominador. Mas vale ressaltar que numa relação assim não cabe espaço para ciúmes, meninices, possessividades, afinal a serva é apenas a serva; aquela que obedece, que se submete, que oferece sua servidão ou escravidão àquela pessoa  a quem consentiu essa dominação de seus desejos sadomaso. Cada pessoa tem seu espaço próprio, seu momento. Mas claro que deve ser especialmente delicioso cada uma poder se sentir única e especial. 
Eu mesma disse uma certa vez ao Mestre que as pessoas nasceram para cada finalidade, umas para serem especialistas em determinadas coisas na vida; outras apenas para chupar um cacete com maestria, há ainda outras que fazem um prolapso inalcançável, e outras mais, para  fazer todas as putarias numa só pessoa.
Uma irmã de coleira é algo que pode dizer somente respeito ao dominador. Ele não precisa de consentimento de uma escrava sua para ter quantas submissas queira! 
Mas será que consegue satisfazer a si e a tantas?

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

LIBIDOS...

E de todos os meus fetiches
de fêmea...
na doçura lírica de uma paixão bdsm
vivida em meus recônditos secretos
Tu eras e é o Principal ...

Por minhas libidinosidades
por tuas impetuosidades
estarei sempre à Tua espera...

domingo, 14 de janeiro de 2018

EU NUNCA TIVE MEDO DO PRAZER...


 
 
 

 
 
 
 Quando tua voz magnetiza
todos meus sentidos
tornando-se guia
que conduz  com uma forma oculta
enlaçando-me sem nós
provocando desejos fatais
que uma fêmea se reduz, cai 
e se desmancha toda em ânsias...
Sabe aquele prazer descontrolado
que Tuas mãos provocam?
Que Tua voz excita?
que Tu mesmo produz?...
Pois é
Eu nunca tive medo do prazer
que Tua Marka em mim traduz...

sábado, 6 de janeiro de 2018

O TEMPO MUDOU...

 



Os dias parecem que 'andam' de forma diferentes.
Foram tantas empolgações neste final de ano que “brinquei” à vontade.  Ultrapassei alguns limites antes inimagináveis.  Mas no início do ano sempre vem aquela correria. É o pior momento do ano, acho eu. Muitas responsabilidades. E ainda alguns probleminhas de terceiros que me renderam alguns milhares de prejuízos. Acho que tenho que deixar esse minha “veia” de boazinha e ser mais fria e calculista. Só assim quem sabe, pode-se trazer um equilíbrio a algumas situações.
O clima por aqui melhorou no aspecto de que aquele calor escaldante sumiu. Por outro lado “peguei” uma chuva daquelas que me deixou meio resfriada, garganta irritada, nariz irritado, rouquidão. Grrrr. Que raiva! Doem as amígdalas.
Vontade de ficar somente deitada, contemplando as lembranças, os desejos e lamentando esses dias que pausei minhas ‘investidas ousadas’. Incrível como tudo volta ao normal quando se para!  É como se voltasse ao ponto zero.
Por falar em ponto zero, em minhas últimas consultas, meu médico disse que tenho um útero pequeno (como uma virgem intocada). Gostei de saber disso não... Para alguns isso é espetacular, tudo apertadinho; mas para outros, quanto mais relaxado, ‘esgarçado’, bem aberto mesmo, melhor para markar. Eu mesma queria ter um bucetão enorme para encher de prazeres ousados! Quantas maluquices!
Estou pensativa demais esses dias. Tantas coisas a acontecer em meu derredor. Desanimei. Queria concretizar uns negócios aí, mas ainda não deram certos e isso atrasa e atrapalha outros alvos, outras metas.
Vou pelo menos tentar me concentrar em recuperar minha voz e retornar às minhas ‘práticas’...

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

sábado, 30 de dezembro de 2017

CHEIRO DE DEVASSIDÃO...


Eu, ali, toda pronta para Te receber, exalando esse cheiro de depravação, de devassidão, de puta vadia louca por ser usada por Teu prazer... alucinadamente, em ritmo cadenciado. Tu Te adentras e eu sinto Tua devassidão esperada, deliciosamente desejada por todo esse tempo, por todo momento a qualquer momento... Então tomas-me para si e vejo em Tuas ações o que palavras nem precisariam dizer: eu sou Teu construtor e tu és minha putinha!

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

COLEIRA DE SERVIDÃO



 Muito mais que joia, 
a sua preciosidade 
está no seu singelo significado.
 Faz parte das vivências e práticas BDSM. 
A coleira - marka de servidão.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

FASCINAÇÃO



Sempre sentir-me-ei fascinada 
com os traços BDSM,
esse desejo em servir,
esse fetiche em forma de liturgias,
essa liturgia que se desmancha em desejos...

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

TODOS OS CONTORNOS




Vamos contornando a vida, fazendo curvas, giros e traçados. Nalguns momentos guiamos mais velozmente, noutros aceleramos menos. Vamos seguindo sinais, desviando de curvas perigosas ou nos perdendo em perigosas insinuações.
Tantas estradas, tantos caminhos a seguir, que as escolhas ficam complicadas.
Mas há escolhas que parecem que já estão escritas, traçadas e sacramentadas. Aquelas que por mais que se fuja, se esconde ou corre ela vem ao seu encontro. Os acasos fazem com que se cruzam. O destino liga como se fosse linha de aço. Ou quem sabe uma corda ou corrente...
E nesses traçados vamos cruzando com outros que também buscam suas escolhas, que de alguma forma transpassa por nós, deixando alguma marka, deixando um pouco de si e levando um pouco de nós...
Vamos contornando corpos, desejos, taras que se flutuam ou se aglutinam em momentos especialmente perpetualizados no tempo, na memória e nos momentos. Daqueles que fixam na mente e na boca. Que se eclodem em lembranças enlouquecentes. Memorizados com dedos, com mãos, com olhos. Dedos que tocam, contornam, desenham; mãos que apalpam, esfregam e apertam... Com olhos perscrutadores, ávidos de ver..
A cada dia vou contornando minha vida, sempre buscando essa intersecção, o momento em que a Tua vida possa markar a minha; no contorno mais simples possível, numa letra, numa voz ou num toque... Aquele toque em chamas, tal brasa a markar escravas em senzalas. Como um domador de escravas que para si toma a posse do corpo e dos desejos, fundindo com o seu próprio...
São linhas e traços que contornam tantos sentimentos. Tantas expressões de desejos!
Contornas-me, Mestre!