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domingo, 8 de julho de 2018

NASCE EM MIM

 
Nasce em mim sempre uma expectativa  
de quando aqui entrar te encontrar...
Fico te buscando nos espaços, 
nos momentos e nas 'nuvens'
Mil pensamentos permeiam a mente
São tantas interrogações: 
(???????????)
Onde tu estás agora?
O que estás fazendo?
Será que estás perto ou longe?
Toco em mim mesma, para de ti lembrar
Para sentir  a Ti
Sentir teu gozo pelo rosto
pela boca, pelos cabelos
Porque me traz lembranças gostosas...
Mas juro-te que queria ficar assim:
impregnada de ti
Pena que não pode, né?
Senti falta daquela mão que me recebe com ousadia
A voz - suave,
Mas o toque... ah, teu toque...
Impetuoso...
Por isso a cada dia nasce em mim 
esse desejo incontido de estar contigo, 
de pensar em ti... e hidratar o corpo com teu prazer

sexta-feira, 8 de junho de 2018

É SEMPRE UM DESAFIO


Será que por aqui não existiriam mulheres que possuam essa fascinação BDSM que nutre os desejos de uma serva? Pode até ser, mas de forma camuflada, timidamente escondida. Porque ainda temos medo de expor nossos prazeres, medo dos julgamentos, medo das reações de terceiros. Claro, que toda vida, em qualquer esfera deve ser preservada. Comportamentos devem ser discretos, sem precisar de alvoroços. 
Mas não tem como negar a um corpo aberto a  sensação de satisfação, de entrega, de desejos... De querer um pouco mais. Adoro sentir o corpo aquecido pelo toque das mãos do Mestre. Aquele toque que vai deixando markas pelo caminho, pelas partes, pela mente. É quase (sempre) um desafio...

sábado, 24 de fevereiro de 2018

CONJUNÇÃO



Na conjunção da carne,
 exacerba-se o prazer;
faz-se delirar fantasias
e explodir desejos.
Como não desejar tudo 
o que Tu em mim provocas?
Tu és meu "rei"
Fonte de eternos desejos...

sábado, 17 de fevereiro de 2018

A SAGA DE ZENE - MOMENTO 2




ZENE depois de sentir aquelas sensações indescritíveis para o seu dia a dia, quis conhecer um pouco mais desse mundo que estava lhe despontando.
Foi em busca de tudo  que falava sobre "sexo picante", servir, plug, essas coisas, e qual foi sua surpresa quando se deparou exatamente com o mundo BDSM.
Pensou: - Então quer dizer que tudo isso é o tal bdsm? Pois quero conhecer mais. Quero ir mais além, quero conhecer outras fontes jorrantes dentro desse mundo. Decidiu e assim foi.
Seu parceiro, agora era seu DONO. Começaram a nutrir uma nova e excitante fantasia, com tantas descobertas. ZURI aos poucos foi introduzindo outros elementos desse mundo fetichista no cotidiano de ZENE.
Certo dia, ZENE se imaginou levando umas boas cintadas e como se quisesse a realidade ali presente, ficou nua e arrebitou a bunda, e de fato, sentiu aquela ardência e gostou. Eram suaves cintadas que ZURI lhe aplicava, fazendo seus desejos exalarem um tesão que chispava gozo. Ele tinha chegado sem que a mesma percebesse e como que lendo seus desejos os concretizou.
E a colocou naquela cama, envolta em lençóis brancos e assim lhe apresentou outros modelos e tamanhos variados de plugs e mais duas novidades: uma chibata e uma coleira.
Ela não entendeu muito bem, mas tinha visto no carnaval do Brasil alguns artistas usando coleiras com o nome de seus machos e achou o máximo. De certo que era uma coleira sem nome, apenas algo bem rústico. Mas que parecia ter um grande significado. Mas e aquela chibata com um furo em forma de coração para que serviria? Poderia markar sua bunda e deixá-la com um belo desenho, pensou. 
À medida que aquelas novas roupagens iam sendo usadas em seu corpo, ZENE mais adorava e desejava. Não estava entendendo mais nada. Porque estava assim tão fascinada com essas coisas que antecedentemente lhe pareciam uma profanação? Mas, mesmo assim se deixou levar pelo calor produzido no corpo, onde um torpor lhe embriagava com puro tesão. Onde estava que nunca tinha descoberto antes essas delícias de bdsm? Será que existia alguma outra novidade, algo que não sabia ainda?
Sim, e muitas, que  não faziam parte do mundo de ZENE e que não foram introduzidas por ZURI. Ainda. Imagina quando ela descobrir o prazer em fazer parte de uma senzala com mais uma ou duas servas? E ser, então, emprestada como objeto de servidão para outro 'dominador'?
Ah, ZENE espere pois há um longo caminho de luxuriantes prazeres a percorrer...

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

A INICIAÇÃO DE ZENE - CONTO

ZENE era uma daquelas mulheres extremamente comportada, aparentemente recatada. Muito família.  Casada. Zeladora do seu lar. Acima de qualquer suspeita. Um longo casamento, regado com muitos mimos. Já era o quarto casamento do seu então marido. Mas isso nunca foi problema. Eles se gostavam e dessa relação geraram 5 filhos. Em sociedade era tudo elogios. A harmonia reinava. Mas cada um tinha um desejo. Um fetiche secreto. Um anseio que faltava ser preenchido com umas taras inconcebíveis. Era um pecado capital.  Mas o desejo era maior.
Certo tia, ZURI fez uma viagem para outro país distante, mas conseguiu cumprir seus compromissos 2 dias antes. E resolveu voltar pra casa, decidido a fazer uma surpresa à ZENE, chegou em casa mais cedo, sem avisar; entrou em silêncio, deixando sua pasta sobre a mesa de centro e retirou os sapatos para ficar bem à vontade e acentuar a surpresa. Qual foi sua surpresa quando ao entrar no quarto encontrou sua recatada  esposa totalmente nua, com gemidos entrecortados, esfregando a buceta com os próprios dedos, enfiando-os cada vez mais profunda e rapidamente, quase aos gritos. Certamente era o prenúncio de um  gozo anunciado.
ZURI sentiu seu cacete crescendo com a cena: um corpo nu, encharcado de prazer, convidativo à todas as luxúrias. Teve, então, uma ideia que poderia satisfazer os desejos e fetiches secretos de sua parceira e quem sabe até seus próprios. Voltou na ponta dos pés e sentou-se na sala e completou o gozo com uma acelerada punheta. Se recompôs  e algum tempo depois começou a chamar por ZENE.
- Querida! Querida! Cheguei!
ZENE, satisfeita, correu ao banheiro e também gritou: 
- Estou tomando banho, vou já!
Ao entrar na sala o encontra com a maleta de viagem. E comportadamente desejou-lhe boas vindas. Dando-lhe um beijo na testa.
ZENE pega a maleta e leva para cima no quarto. Coloca-a no criado-mudo e desce para preparar algo para seu par.
ZURI diz que gostaria de fazer-lhe uma surpresa. Ela fica curiosa e desconfiada. Pergunta de que se trata. Ele calmamente diz para esperar até o dia seguinte.
A inquietação toma conta de ZENE que passou o resto do dia com uma 'pulga atrás da orelha'. A noite chega e foi o maior love. Pela manhã, após o café e levar os filhos para a escola, ZURI, também movido pela curiosidade e pela própria experiência resolveu na volta passar num sex shop que ficava na estrada de sua casa.
Entrou e olhou aqueles objetos de tesão, fetiches e paixão de muitos. Escolheu um pequeno plug, pois pensava que agora, sim, depois do que viu poderia iniciar sua parceira em algumas práticas de prazer. E um plug serviria de consolo até mesmo quando estivesse ausente. E assim fez.
À noitinha, ao retornar do trabalho entregou-lhe aquela caixa, que ela olhou meio desconfiada, se questionando o que poderia ser. E qual foi sua surpresa ao encontrar um plug dentro daquela dourada caixa, que mais parecia um convite de sonhos. Não entendeu bem. Mas a aproximação do seu macho, causou-lhe tesão.  Ele pediu para ela fazer um streep lentamente. Obedeceu, com receios...
Ao ficar totalmente nua, ele  colocou uma venda em seus olhos e a conduziu até o meio do quarto enquanto  higienizava o pequeno plug prata, untava  e com maestria a conduzia àquela cama, deitando-a de bruços e começou a tocar em suas partes íntimas, suave, com mais vigor e ela se arreganhava cada vez maias para receber esse prazer louco e que costumava realizar sozinha...
Sentiu uns dedos em seu cuzinho,  relaxou, sentiu uma língua, adorou  e se entregou... ZURI, aproveitou esse momento de entrega total e  foi colocando aquele pluginho já lubrificado. ZENE sentiu uma pequena dor, mas nem se comparava às sensações que estava sentindo... Se soltou, se contraiu, gemeu, gritou. Queria mais, mais e  mais... 
E assim, ZURI inicia aquela fêmea louca por prazer àquelas práticas deliciosas...
O próximo passo será mais ousado, pensava ele...
 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

OS PONTINHOS...

 


Vejo que este ano está carregado de “pontinhos”. Isso me excita e me incentiva. Então, passeando por eles, Tu me apareces com o maior de todos os desafios já visto e tido por esta serva! Me evocando, me convocando, me desafiando a ir em busca desse prazer fascinante, só que agora em outra direção, em outra dimensão. Eu adoro desafios, quanto mais vindo carregados de markas, enunciados e embebidos de indecências...

Desafio dado, desafio aceito! 16/01.


sábado, 30 de dezembro de 2017

CHEIRO DE DEVASSIDÃO...


Eu, ali, toda pronta para Te receber, exalando esse cheiro de depravação, de devassidão, de puta vadia louca por ser usada por Teu prazer... alucinadamente, em ritmo cadenciado. Tu Te adentras e eu sinto Tua devassidão esperada, deliciosamente desejada por todo esse tempo, por todo momento a qualquer momento... Então tomas-me para si e vejo em Tuas ações o que palavras nem precisariam dizer: eu sou Teu construtor e tu és minha putinha!

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

ESCRAVA DO DESEJO






Sou sua escrava!!! Sem palavras,
apenas em versos, te assanho,
você me domina!!! Meu fascínio,
acorrentada te imploro!!! me ame.
Me traduz em vírgulas e línguas,
seja meu sinhozinho e me prenda.
obtenha-me por dois vinténs!!! Me retém,
faça do meu sexo seu reflexo.
Sua fábula literária.
Requisita-me para sua cama!!! Perdição,
sou sua escrava dourada de sol,
seja meu dono!!! Me ponha no chão,
seduz meu corpo pelo riacho afora.
Me deixa desfeita pelo pasto,
uma sintonia da natureza!!! Perfeita sedução,
me possua no mato e me tira do anonimato,
Sou tua escrava e sua paixão.


(Soraia Ciganita)



 


sábado, 4 de novembro de 2017

COMEMORAÇÃO DOS SENTIMENTOS

 
(Maria Helena Chein)

Olho-te com meus olhos
e te encontro
nos meus cantos e muros,
enquanto me dispo
para beber teu beijo.

E te recebo, voraz,
testemunhando tua geografia
de picos e sulcos,
por onde me deito, pomares,
e alcanço todos os horizontes;
nos frutos que me dás,
entre uvas e amoras,
escorre em minha boca
tua doçura de flauta.

Tomas posse dos meus respiros,
do meu ventre de lua em suores;
tomas posse do meu corpo
e em tua concavidade
eu me solto e me vou
No retorno te contemplo
e te bebo mais ainda,
entre silêncios e vinhedos,
onde o único som
é o do nosso fruir.

Te descubro e me acendes
e nossa igualdade é a descoberta
de tumultos e vontades.
Eu, em teus alicerces,
tu, em minha luz,
nos resguardando
das amarras ou divisões
para não nos perdermos
em atavios ou cinzas.

E se te bebo mais ainda,
me beijas e me esparges
com teu vinho...