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sábado, 7 de julho de 2018

SAFEWORD = PALAVRA DE SEGURANÇA


Fala-se muito sobre a SAFEWORD, ou palavra de segurança. Eu mesma algumas vezes já abordei esse tema, aqui nesse blog.
E sou de parecer que a safeword é QUASE que absolutamente desnecessária, quando há consensualidade, reciprocidade, confiabilidade e conhecimento entre que serve e quem é servido. Pois todo TOP precisa ter maturidade, equilíbrio e responsabilidade para saber não apenas conduzir uma sessão bdsm, mas cuidar da sua submissa. Afinal, ela está entregando a ele sua maior riqueza: A PRÓPRIA VIDA. 
O Mestre que orienta sua serva, que a ensina, que a constrói e a molda, saberá ou terá pelo menos percepção em desvendar os limites por ele construídos nela.  Ele, supostamente, saberá quais os limites ou até onde ele pode ir ou ela pode ir.
No entanto a SAFEWORD pode servir de paliativo ou de segurança no sentido de inibir ou coagir abusos por parte do dominador ou limites não suportáveis pela submissa.
A palavra deve ser algo fácil lembrar, mas não algo que poderia enviar uma mensagem confusa para o dominador.
Embora realmente não haja uma regra definida sobre as palavras de segurança, uma boa pedida é ter uma que seja simples e possa manter o princípio da consensualidade vivo e acima de tudo dentro do contexto do jogo BDSM, que é o maior fetiche dessa relação.
A palavra de segurança serve como um sinal. Ela diz ao Top PARAR ou retardar o que eles estão fazendo. É uma palavra ou gesto que pode e deve ser usado se a submissa está experimentando um sentimento ou sensação de que ela considera além da sua tolerância ou habilidade. 
Cito alguns casos extremos em que a safeword pode ser usada: no caso de uma cãibra, falta de ar, ataque cardíaco, crise de asma, queda ou aumento de pressão, embriaguês (em hipótese alguma uma submissa deve submeter-se a uma sessão em que o dominador esteja bêbado ou em caso extremo estar sob o efeito de drogas), hemorragia intensa, agressão com ferimentos graves como corte ou dilaceração da carne.
Mas ainda insisto em que o limite deve ser, além de consensual, delimitado pelo dominador, quem é que realmente tem o domínio da situação.
 Por isso Tops PRECISAM ser equilibrados para serem TOPs!
Afinal, o objetivo FINAL é o PRAZER de AMBOS.
  

sábado, 23 de junho de 2018

POTÓ


Num sei que bicho é esse e nem do que é feito, mas ele perturba e castiga. Quando passeia pelo corpo da gente vai deixando seus rastros de queimadura dolorida. Acho que tem um espírito de dominador nesse bichinho, viu. 
Aqui ele é chamado de POTÓ.  
Cai-lhe bem Mr. Potó.


Ele tem um poder de  markar a pele da gente. 
E aqui, nesse período eles fazem literalmente a farra. Só o tempo para curar. Isso coça e queima mais que buceta no cio.   Eu mesma estou com o corpo todo ferido e cheio de markas dessas pestinhas. Se eu gosto de markas? Sim, gosto, mas as markas de Marka! Markas incomparavel e sedutoramente melhor. 
Olhando direitinho o bichinho ele é até pomposo. Tem uma calda arrogante, altiva, um jeito majestoso, até. Acho que era dominador, sim.

terça-feira, 12 de junho de 2018

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

INDUÇÃO DE DESEJOS

Qual a maior sensação 
que um encontro pode trazer?
Qual a expectativa 
que pode criar num coração de suma serva?
Que desejos 
podem ser aflorados pré e pós encontro?
Tu me induzes a indagar meus prórpios desejos!



segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

A - CORDA

Eu não entendo nada de bondage, nada de shibari - técnicas de amarrações. A única coisa que entendo é de desejo, de paixão. E sempre que Contigo tenho algum contato, fico cada vez mais amarrada em Ti. Disso eu entendo. E como entendo! Porque Tu tens o dom de me markar, de me amarrar, de me prender...

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

OLHAR PEDINTE!

 
Outro dia fiquei observando uma vira-lata de rua na porta de uma lanchonete. Resolvi parar um pouco para tomar um caldo de cana (nem gosto de fazer isso), mas como já fazia mais de 3 anos que tinha tomado um e o calor estava escaldante, parei e pedi, com bastante gelo. Foi uma delícia sentir garganta abaixo aquele líquido gelado, super refrescante. Satisfiz-me!
Mas o que me chamou mesmo atenção foi a cadelinha, ali, parada, de olhar pedinte, querendo algo, uma atenção, uma refeição; traduzi assim: cadelinha querendo satisfazer algum desejo que lhe trouxesse plena satisfação. Quando finalmente o dono da lanchonete resolveu dá-lhe algumas migalhas do que sobejavam nas bandejas deixadas pelos clientes.
Foi exatamente assim que interpretei o olhar dessa "cadelinha" submissa. Um  olhar pedinte  e/ou atento às  ações de seu Mestre. De prontidão! Pronta para obedecer, para agi, para fazer as coisas acontecerem.
O caldo de cano agora faz parte de um dos prazeres remotos. Eliminando muita coisa supérflua para poder alcançar objetivos mais  interessantes. Afinal tenho um grande desafio a cumprir, e um curto caminho a percorrer. Não posso perder tempo com migalhas que me desviem do principal propósito.
Não é mesmo, Mestre?

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

EM TODOS OS MUNDOS


De todas as distâncias -nunca existia distância
De todos os limites -as distâncias nunca foram limites
De onde a convocação chegava
fosse longe, fosse perto  - o traçado era o mesmo
o caminho a seguir era o mesmo - o Teu
Porque Tu bem sabes que é ilimítrofe
o espaço de Teu chamado.
em qualquer mundo, em qualquer tempo...
Se fosse um chamado à lua
tornar-me-ia uma astronauta para a Ti chegar
se fosse em alto mar
marinheira seria eu, mesmo sem saber nadar
e por falar em nadar...
desde aquele dia que foi subtendido de promessas,
que nunca mais entrei em lagoa, piscina, rio...
nem sei os porquês de Tuas ordens, 
mas sei que, se elas são dadas,
é porque, por mim, devem ser seguidas e obedecidas.
Mas, se ainda Tu me chamasses para além Estado
além Região, além País...
O jeitinho brasileiro estaria presente
apenas para contigo estar.
Veja só: de quatro... mas reverente,
pois Tu bem sabes que lá no fundo do fundo
jamais  Te desrespeitaria
Chegaria ao fim do mundo para Te encontrar 
Desceria ao inferno profundo 
Para poder subir aos céus dos Teus prazeres
iria de um a outro mundo
de ponta a ponta, 
de meio a meio...
tudo para poder sentir o calor de Tua marka

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

ÉS TU, QUE MARKA!

Tu me dás o tema
Eu escrevo Teus passos
Sigo Teus traços
Porque
Tu és o lema
Tu és a rima
Tu és a inspiração
Tu és a própria poesia
És Tu que Marka!

domingo, 14 de janeiro de 2018

EU NUNCA TIVE MEDO DO PRAZER...


 
 
 

 
 
 
 Quando tua voz magnetiza
todos meus sentidos
tornando-se guia
que conduz  com uma forma oculta
enlaçando-me sem nós
provocando desejos fatais
que uma fêmea se reduz, cai 
e se desmancha toda em ânsias...
Sabe aquele prazer descontrolado
que Tuas mãos provocam?
Que Tua voz excita?
que Tu mesmo produz?...
Pois é
Eu nunca tive medo do prazer
que Tua Marka em mim traduz...

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

É FODA ANAL!



É de conhecimento geral que a prática do sexo anal data desde a antiguidade, portanto existe há milhares, senão milhões de ano atrás. Essa forma de provocar prazer desperta cada vez mais o interesse e a curiosidade das pessoas no mundo todo.  É um dos temas campeões de buscas na web. E é disseminado, também, através de livros, filmes, peças entre outros meios de divulgação. O fato é que o famoso ânus: é um ‘buraco’, um orifício, uma estrutura muscular rico em terminações nervosas onde é possível se sentir prazer. E vem sendo introduzido cada vez mais na cama e nos quartos dos brasileiros...

Dizem por aí:
- que a prática do sexo anal era natural na Mesopotâmia, inclusive fazia parte dos cultos religiosos dos Assírios.
- que Cleópatra era adepta do coito anal
- que Catarina a primeira mulher a ser czarina da Rússia era viciada em sexo anal.
- que era usado como método anticoncepcional.

       Quem gosta de brincar com o ‘rabo’ alheio (risos) sente um grande prazer em provocar dor e prazer, claro, senão não faria nenhum sentido. O sadismo e o masoquismo precisam andar de mãos dadas. Mas para que o sexo anal ocorra de forma prazerosa a excitação é fundamental para o esgarçamento e dilatação – quer na vagina ou no ânus –, só assim poderá se alcançar mais ‘profundidades’ e,  ir testando seu próprio limite.
Com a prática gradual, com treinamentos reiterados, pode-se permitir aberturas maiores até mesmo acomodando não só a mão, mas um braço até o cotovelo ou mesmo mais (uau - mas nem tentem isso). Claro que é essencial o uso de lubrificação, tanto natural quanto química (géis), que não seja à base de água; unhas aparadas, luvas; relaxar fazendo força, como se fôssemos evacuar, enfim, alguns acessórios para que o momento de prazer seja tranquilo. De preferência que o intestino esteja adequado, limpo de dejetos., com uma boa lavagem, um enema, duchas...
       Isso se chama fisting e vem do inglês, “fist”, que quer dizer pulso. É um prazer de dilatação profunda que a cada dia desperta curiosidade e desejos de muitas pessoas. Inclusive em mim. O famoso ‘cu’ se abre todo, mas depois volta ao normal. Então porque não tentar ter prazer dessa forma? Desde que seja com moderação...
Confesso que gostaria, sim, de sentir a sensação de uma mão a me fistar, me abrir, me provocar prazer, sentir a buceta babar. Não qualquer mão, mas a mão do meu Mestre, óbvio! Já passei num sexshop e adquirir uns plugs (diversos tamanhos) para provocar minha excitação e produzir prazer... Então fui brincar... e brinquei muito, várias horas, vários tamanhos, várias velocidades... Sentir-me alargando e a cada dilatação o desejo de abrir-me era ainda mais acentuado. Fudi-me a mim mesma de diversas formas, variadas posições... Fui ao extremo do gozo, deixei a buceta escorrer... Cacete! Como desejei a presença do Mestre a contemplar e participar dessa aventura ‘arrombática’. Sentei-me no ‘touro’ (novo apelido para o plug) e então na minha fúria erótica pude corcovear sobre ele, liberando uma respiração esbaforida pela boca entreaberta, como se estivesse sendo esporada com vergões... vergões de prazer, e assim espatifei-me na cama, naquele quarto onde o ar condicionado parecia o sol ante o fogo em larvas que soltava deste corpo de serva, com o pensamento conectado ao seu  Mestre adorado.
       Cavalgadas, esfregaços, taponadas... foi feito tudo que um prazer tem direito. Com tudo isso, espero estar me preparando cada vez mais com novas aventuras em novos momentos, para o prazer do amado e eternamente desejado Mestre, Dom Marka.


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

BDSM DE QUARTO




Chamo de “submissão de quarto”, a relação que interessa somente àqueles que são seus participantes, onde todas as fantasias são permissíveis, intrigantes e acima de tudo prazerosas, erotizadas pelo poder outorgado; em que a busca pelo prazer não precisa ser literalmente genital, sexual, mas pode ser aquela busca onde há uma vasta exploração da mente, através do domínio psicológico e do domínio  emocional, porque é justamente na mente que reside os canais que podem manipular as reações do corpo. O BDSM erótico e consensual é vinculado à entrega e não à prática do sexo, exclusivamente, e é repleto de fetiches e outras práticas que elevam a prazer, trás saciedade, satisfação e felicidade.
O que dizer então de quem tem os olhos vedados; como se estivesse num “blind date” – encontro às cegas? Não sentiria essas reações, já que há privação num dos seus sentidos? Digo que é justamente aí que o impacto emocional é mais intenso, pois várias reações desencadeiam-se, pela sensação da espera.
        Para somar o prazer nesse momento de BDSM de quarto, nada como os apetrechos sexuais que compartilha e praticamente fazem parte desse ritual de prazer em todas as sessões.
Recapitulando que tudo deve ser absolutamente conversado, combinado, conferido, acordado e fortalecido por aquele “contrato” que aqui já postei (o meu), assim as partes têm um referencial para nortear os limites de cada um, porque o contrato bdsm uma vez aceito entre as partes, cada um tem sua responsabilidade, por exemplo, a serva é serva, é a submissa de seu Senhor em qualquer circunstância. Até porque improvisações não combinam com prazer certo. Confira sempre seus objetos e acessórios – aqueles que complementam seu prazer e deixe as surpresas por conta do que ocorrerá a cada ‘tormenta’ do momento...
       
"O único caminho para o coração de uma mulher
é pelo caminho da tormenta"
- Marquês de Sade -

Muitas práticas não são conhecidas por todos, tanto por Dominadores quanto por submissas; no entanto a posição subserviente da submissa não lhe respalda exigir essa ou aquela prática para servir ao seu Dono; Ele é quem, de fato, conduz o momento, a sessão (dentro do bom senso, claro).
O prazer sai do cérebro para ser concebido em nossas zonas erógenas, e para que o mesmo seja mais enfático, nada como alguns complementos, que variam entre vibradores, cordas, velas, chicotes, grampos, entre outros elementos. Eu tenho uma ‘mala’ com alguns prazeres, que fui organizando no decorrer dos anos. E cada vez mais a gente percebe que poderia acrescer algo novo. Adquiri um massageador/vibrador e um plugão!... Então fui brincar...