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domingo, 14 de janeiro de 2018

MILHÕES DE DESEJOS...



Eu queria ter um milhão de lâmpadas de Alladyns. Queria realizar milhões de desejos (meus, de preferência). Daqueles mais puros aos mais escrachados. Puro como te sentir e escrachado como ‘te comer’...

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

IMPRESSIONADA - IMPRESSIONANTES



Alguns autores me impressionam pela intensidade de suas palavras, de suas vivências e de suas impressões; Freud, Shakespeare,  Martha Medeiros, Vinicius de Morais entre outros tantos traduzem de forma espetacular sentimentos de tantos e tantas, que fazem escorrer entre as letras nossos desejos, nossas luxúrias...
Eu, ylena, serva de Dom Marka não sou imune a essas sensações, a essas listas de enunciados, de desejos desenfreados, pornográficos,  acalantadoras...
Eu sinto desejos loucos, alucinados e às vezes poder-se-ia dizer estranhos. Meu adorado Mestre provoca em mim sensações maravilhosas, que me deixam maravilhada, desejosa, ansiosa em que as mesmas sejam cada vez mais constantes, repetidas e renovadas...
Não tem como uma fêmea de verdade, e eu me acho uma, ficar imune ou passiva a um turbilhão de sensações que um dominador produz num momento de extremo êxtase!
Meu mestre adorado, reverenciado e sempre desejado tem esse poder dominador, que induz e transforma um simples ato num evento grandioso, magnânimo!
É por isso que eu luto, às vezes, até comigo mesma, para alcançar e superar alguns desafios; praticar alguns desejos; correr contra o tempo e contra desejos particulares.
As lições aprendidas são enciclopédicas, um verdadeiro compêndio para melhor me posicionar diante desse encantado mundo bdsm, encravado de pegadas de markas de prazer!

domingo, 31 de dezembro de 2017

GOZO JORRANTE


Vem
eu te quero nu
indecente
despido de pudores e latente
com um o gozo abundante
onde eu possa colher cada gota
 dessa jorrante fonte!
E assim
fui colhendo amoras
fui colhendo prazeres
fui colhendo essa Tua essência
que unta minha presença
e transforma o momento 
de celebração em pura latência...



sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

É FODA ANAL!



É de conhecimento geral que a prática do sexo anal data desde a antiguidade, portanto existe há milhares, senão milhões de ano atrás. Essa forma de provocar prazer desperta cada vez mais o interesse e a curiosidade das pessoas no mundo todo.  É um dos temas campeões de buscas na web. E é disseminado, também, através de livros, filmes, peças entre outros meios de divulgação. O fato é que o famoso ânus: é um ‘buraco’, um orifício, uma estrutura muscular rico em terminações nervosas onde é possível se sentir prazer. E vem sendo introduzido cada vez mais na cama e nos quartos dos brasileiros...

Dizem por aí:
- que a prática do sexo anal era natural na Mesopotâmia, inclusive fazia parte dos cultos religiosos dos Assírios.
- que Cleópatra era adepta do coito anal
- que Catarina a primeira mulher a ser czarina da Rússia era viciada em sexo anal.
- que era usado como método anticoncepcional.

       Quem gosta de brincar com o ‘rabo’ alheio (risos) sente um grande prazer em provocar dor e prazer, claro, senão não faria nenhum sentido. O sadismo e o masoquismo precisam andar de mãos dadas. Mas para que o sexo anal ocorra de forma prazerosa a excitação é fundamental para o esgarçamento e dilatação – quer na vagina ou no ânus –, só assim poderá se alcançar mais ‘profundidades’ e,  ir testando seu próprio limite.
Com a prática gradual, com treinamentos reiterados, pode-se permitir aberturas maiores até mesmo acomodando não só a mão, mas um braço até o cotovelo ou mesmo mais (uau - mas nem tentem isso). Claro que é essencial o uso de lubrificação, tanto natural quanto química (géis), que não seja à base de água; unhas aparadas, luvas; relaxar fazendo força, como se fôssemos evacuar, enfim, alguns acessórios para que o momento de prazer seja tranquilo. De preferência que o intestino esteja adequado, limpo de dejetos., com uma boa lavagem, um enema, duchas...
       Isso se chama fisting e vem do inglês, “fist”, que quer dizer pulso. É um prazer de dilatação profunda que a cada dia desperta curiosidade e desejos de muitas pessoas. Inclusive em mim. O famoso ‘cu’ se abre todo, mas depois volta ao normal. Então porque não tentar ter prazer dessa forma? Desde que seja com moderação...
Confesso que gostaria, sim, de sentir a sensação de uma mão a me fistar, me abrir, me provocar prazer, sentir a buceta babar. Não qualquer mão, mas a mão do meu Mestre, óbvio! Já passei num sexshop e adquirir uns plugs (diversos tamanhos) para provocar minha excitação e produzir prazer... Então fui brincar... e brinquei muito, várias horas, vários tamanhos, várias velocidades... Sentir-me alargando e a cada dilatação o desejo de abrir-me era ainda mais acentuado. Fudi-me a mim mesma de diversas formas, variadas posições... Fui ao extremo do gozo, deixei a buceta escorrer... Cacete! Como desejei a presença do Mestre a contemplar e participar dessa aventura ‘arrombática’. Sentei-me no ‘touro’ (novo apelido para o plug) e então na minha fúria erótica pude corcovear sobre ele, liberando uma respiração esbaforida pela boca entreaberta, como se estivesse sendo esporada com vergões... vergões de prazer, e assim espatifei-me na cama, naquele quarto onde o ar condicionado parecia o sol ante o fogo em larvas que soltava deste corpo de serva, com o pensamento conectado ao seu  Mestre adorado.
       Cavalgadas, esfregaços, taponadas... foi feito tudo que um prazer tem direito. Com tudo isso, espero estar me preparando cada vez mais com novas aventuras em novos momentos, para o prazer do amado e eternamente desejado Mestre, Dom Marka.


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

ESTA TUA VEIA SÁDICA!



Nem precisava estar acordada. Porque era um lindo sonho real. Quando enfim posicionada pude sentir o cheiro do prazer, do prazer do Mestre. Se aproximando lentamente, silenciosamente, mas com toda a sensação ‘de perigo’. Aquele perigo que me é peculiar sentir quando em Sua imponente presença. A pele esquenta, desejando o iminente toque, o corpo se arregaça todo, se abrindo em forma de flor...
E quando mãos completam aquele quase ritual, que mais parece um cerimonial de prazer, onde a invasão é inevitável, é um complemento de taras exacerbadas, ninfomaníacas...
Começa, então, aquela viagem de toques que se confluem para a mesma direção: a direção do prazer. Louco prazer, que ordinariamente exala esse desejo insano, mas repleto de lucidez...
Sinto mãos a se conectarem com meu interior, que em brasas vivas latejantes se abre e se fecha como que a abocanhá-las, desejando que parem, desejando que entrem, desejando que vai e que vem...
É quando Tu me preenches toda de prazer; descerrando meu âmago com essa Tua veia sádica, onde corre a libidinagem em forma de larvas quentes... Nesses toques desenfreados como se a mim quisesse punir, partir, rasgar ou como se a Si mesmo, também, quisesse extravasar, diluir-Se ali dentro...
E quando essa completude se lacra com teu membro em riste, a loucura fica ainda mais louca... Já não mais mando em mim, o domínio é absolutamente Teu. Eu fico sempre querendo mais. E Tu nem fazes caso. E nem precisaria. Ali mais que nunca a fêmea que chegou, finaliza-se numa serva-escrava, com cheiro de depravação, que languidamente se completa com o toque Daquele que é a Marka principal do momento: seu Senhor e seu Mestre reverenciado.
E nunca se encerra este momento, porque onde se para sempre será um começo...  Com mais taras, com mais sonhos...

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

O SEGREDO






Uma vez, no auge  do sucesso, o livro O Segredo despertou interesse em muitas pessoas, até mesmo nesta serva. Fui à livraria e o comprei; mas nunca o li por completo. Mas ultimamente ele tem despertado em mim um singelo interesse. Pois dá ênfase à própria pessoa, suas ações e a força do próprio pensamento. Vou procurar na minha enorme estante para lê-lo com mais acuidade.
Por outro lado, participei de uma exposição onde o palestrante reiteradamente frisava que o segredo está em guardar o segredo. Aquilo ficou martelando em minha mente. E tenho nalguns momentos preservado 'segredos'. Não por ser supersticiosa, não por acreditar em atrair coisa 'ruim', mas para resguardar aquilo que necessariamente não precisa ser revelado, claro.
A filósofa Hannah Arendt em sua dicotomia entre a esfera pública e a privada faz interessantes distinções. Onde ressalva que 'o privado é o reino da necessidade; o público é o reino da liberdade'. É uma das minhas autoras preferidas, decerto.
E eu creio que nós temos em nós essas esferas, também.
Há pessoas que não sobrevivem sem que suas vidas privadas se tornem públicas! Como artistas, cantores, esportistas, políticos, palestrantes, youtubers, etc. Querem ser vistos, querem ser seguidos, querem ser ovacionados por plateias. Há um outro grupo que prefere a discrição, o anonimato.
Nalguns momentos prefiro o público, como apresentar algum trabalho científico;  noutros momentos quero a quietude quase silenciada. Há Mestres, por exemplo, que não apreciam coisas e posturas espalhafatosas. É válido.
Mas há coisas na vida que só dizem respeito a quem de direito. Há coisas que mesmo sendo públicas, somente quem sabe saberá do que se trata! Há coisas entre um Mestre e uma serva que somente eles sabem. Há coisas que somente o mentor e seu discípulo sabem. 
Há coisas que podem ser desfrutadas, saboreadas somente entre quem está ciente dessas coisas. Aquele telegrama picante, uma cartinha luxuriante entre um macho e  uma fêmea... Pois somente essas partes envolvidas saberão que ali reside algo que só diz respeito entre si. Onde o público e óbvio é particularmente privado; justamente para que se preserve a intimidade, a privacidade de quem não quer seu privado expresso de forma pública.
O que eu quero que seja público, mesmo é essa paixão bdsm que cada dia vai nutrindo meus desejos, que se transformam nessa essência de mim mesma, essa essência de serva. Uma serva que publicamente declara sua servidão a um Mestre, um Dono por quem nutre profundo respeito, paixão e obediência. Uma serva que tem fome em ouvi-lo, que tem sede em senti-lo. Que vive sem fronteiras de servidão, sem limites de direito, porque simplesmente a Ele entregou todo e qualquer resquício desse direito, pautado no respeito, sem se sentir nem superior, nem inferior. Sente-se apenas uma serva e nada mais!
O segredo é receber o Mestre em sua essência, em seu momento, com a mais exuberante harmonia.
Eu tenho uma maleta repleta de segredos! Repleta de tantos sonhos. Repleta de tantos momentos, cada peça, me remete para uma situação diferenciada. Repleta de prazeres que não me caibo em mim mesma. Por isso sinto essa necessidade de compartilhar "Contigo (s)", senão explodo! Eu gostei, eu gosto das markas que Tuas Markas provocam em mim, Mestre! Olhe e veja quão belas são! Não tenho segredo em lhe revelá-las! Podes sentir?!
O segredo maior que guardo é este e agora é público: - eu sou esta fêmea que se tornou nesta serva para a Ti servir! Cheia e escancarada de desejos de seguir sempre Tuas Markas!