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sábado, 17 de fevereiro de 2018

A SAGA DE ZENE - MOMENTO 2




ZENE depois de sentir aquelas sensações indescritíveis para o seu dia a dia, quis conhecer um pouco mais desse mundo que estava lhe despontando.
Foi em busca de tudo  que falava sobre "sexo picante", servir, plug, essas coisas, e qual foi sua surpresa quando se deparou exatamente com o mundo BDSM.
Pensou: - Então quer dizer que tudo isso é o tal bdsm? Pois quero conhecer mais. Quero ir mais além, quero conhecer outras fontes jorrantes dentro desse mundo. Decidiu e assim foi.
Seu parceiro, agora era seu DONO. Começaram a nutrir uma nova e excitante fantasia, com tantas descobertas. ZURI aos poucos foi introduzindo outros elementos desse mundo fetichista no cotidiano de ZENE.
Certo dia, ZENE se imaginou levando umas boas cintadas e como se quisesse a realidade ali presente, ficou nua e arrebitou a bunda, e de fato, sentiu aquela ardência e gostou. Eram suaves cintadas que ZURI lhe aplicava, fazendo seus desejos exalarem um tesão que chispava gozo. Ele tinha chegado sem que a mesma percebesse e como que lendo seus desejos os concretizou.
E a colocou naquela cama, envolta em lençóis brancos e assim lhe apresentou outros modelos e tamanhos variados de plugs e mais duas novidades: uma chibata e uma coleira.
Ela não entendeu muito bem, mas tinha visto no carnaval do Brasil alguns artistas usando coleiras com o nome de seus machos e achou o máximo. De certo que era uma coleira sem nome, apenas algo bem rústico. Mas que parecia ter um grande significado. Mas e aquela chibata com um furo em forma de coração para que serviria? Poderia markar sua bunda e deixá-la com um belo desenho, pensou. 
À medida que aquelas novas roupagens iam sendo usadas em seu corpo, ZENE mais adorava e desejava. Não estava entendendo mais nada. Porque estava assim tão fascinada com essas coisas que antecedentemente lhe pareciam uma profanação? Mas, mesmo assim se deixou levar pelo calor produzido no corpo, onde um torpor lhe embriagava com puro tesão. Onde estava que nunca tinha descoberto antes essas delícias de bdsm? Será que existia alguma outra novidade, algo que não sabia ainda?
Sim, e muitas, que  não faziam parte do mundo de ZENE e que não foram introduzidas por ZURI. Ainda. Imagina quando ela descobrir o prazer em fazer parte de uma senzala com mais uma ou duas servas? E ser, então, emprestada como objeto de servidão para outro 'dominador'?
Ah, ZENE espere pois há um longo caminho de luxuriantes prazeres a percorrer...

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

A TARA MAIS LOUCA

E assim o prazer explodiu em forma de gozo.
Um gozo compartilhado entre escrava e dons...
Foi aquela tara louca! 
Enlouqueces-me, MEU MESTRE!

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

O LOUCURA DOS PLUGS


Eu sempre gostei de viver intensamente os prazeres. Nada de limitar, de ''regrar' o tesão.
Eu já fiz loucuras que hoje as acho quase banal, ou comum, vamos assim dizer.
Mas uma das mais loucas foi encontrar o Mestre, totalmente nua, digo, sem calcinha, com dois plugs enfiados: um anal e outro na buceta. Hoje, posso dá-me o luxo de ri dessa insandice.
Preparei-me para um delicioso almoço na maravilhosa presença do Mestre. A depilação foi completa. Tudo lisinho, limpinho. E a fêmea se armou de sua sensualidade: saia, blusa solta, saltão, bolsa... e lá se foi ela.
Anteriormente passou o dia lendo aqueles maravilhosos contos BDSM, no site  contosbdsm, o que provocou uma deliciosa irrigação nos canais e fontes de prazer. Além disso com o auxilio de um milagroso tubinho de ky para completar o serviço. 
Tudo enfiado nos devidos buracos, lá se foi ela, em seu rebolado; a fricção das pernas, coxas e os próprios plugs iam lubrificando cada vez mais a buceta e começou o 'aperreio'. Totalmente encharcada, os amiguinhos começaram a ficar folgados e quer cair pelo meio da rua.  A solução foi caminhar apertando mais ainda coxa contra coxa, como forma de segurá-los. 
Foi um alívio entrar no restaurante e poder sentar e ficar quietinha, sem se mexer um milímetro. E desejando ansiosamente a presença do Mestre. E quando aquela imagem linda, maravilhosa, instigante me surge; para mim, de uma sensualidade exorbitante. Adorado.
Compromisso concluído. Olhei para os lados, poucos clientes, entrei num banheiro masculino - essa era a senha para o Mestre seguir. E ali (prendi a respiração), simplesmente 'arreganheia perna para o lado e ele pode retirar aqueles cacetes, me fazendo delirar e me segurar para não gritar de tesão.
Fiquei com os brinquedinhos na mão e ele se mandou.
E agora o que eu deveria fazer? Saí de ‘fininho’ para o banheiro feminino ao lado e os guardei na bolsa. Tremendo de vontade de tê-lo (o Mestre) a me invadir... Dei um tempo muito curto. Ri. E me mandei para o trabalho. Foi ou não foi os ‘máximus’ de loucura bdsm?

sábado, 10 de fevereiro de 2018

O CHUPAR DO CACETE


Fodendo um cacete. Foi assim que interpretei a primeira vez que tive um cacete na boca.  Primeiro senti vontade de correr. Achei que seria algo muito nojento. Mas na medida em que eu chupava e sentia aquele membro crescer dentro da minha boca, me preenchendo toda, deu-me uma sensação estranha de querer ir mais além. Depois fui me ‘acostumando’ até meu parceiro gritar e gozar em meios seios.
Não sabia o que deveria fazer. Fiquei calada, parada e sem respiração. E agora? Inexperiente, claro, esperei ele sair do banheiro e entrei quase correndo. Fui banhar, com bastante sabão. Queria tirar tudo isso de minha pele, de meu corpo.
Quando conheci o Mestre, aprendi de fato, o que é uma ‘felação’ – ou seja, chupar um cacete. Eu não via mais um cacete como um cacete. Olha que loucura! Eu via como uma fonte de prazer. Era um brinde à luxúria; aos prazeres experimentados pelos deuses. Pensava: se eu posso beijar uma boca, que faz parte do corpo, se se pode mordiscar uma orelha, se se pode chupar um pescoço, se se pode lamber uma buceta... porque não se chupar um cacete? 
Então, nada de frescuras e modéstia. O corpo é para se aproveitar, mesmo. Não existia uma técnica específica, não existia uma ‘escola’ pra se ensinar, então era fazer e fazer o melhor possível. Até sentir-se satisfeita e deixá-lo satisfeito. E assim fui fazendo. Meu adorado Mestre me disse que ninguém chupa um cacete como esta serva o faz. É excitante e explodidamente gostoso. E olha, eu acredito, Ele tem categoria para falar e eu para fazer. 
Duvidas? Pois então, imagina uns lábios cheios, carnudos, uma boca quente e uma língua ávida fazendo aquela sucção da pontinha ao meio, encerrando com uma foda profunda no teu cacete... É ou não é delicioso?  Não é mesmo Mestre?!

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

ADMINISTRANDO A IRMANDADE

Quando o DOM quer, ele pode.
Mas também precisa entender de gestão 
para saber administrar a irmandade
com competência e muito tesão e prazer.
 
 
 

FIQUEI SÓ NA VONTADE....

 Tu chegastes
Me assanhastes toda
e me deixou só no desejo de Te sentir...
Com esse sabor de quero mais...

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

SEIOS E TODAS AS SENSAÇÕES

Quando me vem aquele pensamento, 
alimentado pelos desejos gerados 
na intimidade do quarto 
ou naquele banheiro fechado, 
suado de gotículas de prazer, 
com o toque da mão que me eleva em Ti pensar... Fazendo arrepiar pensamentos, corpo e  alma...

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

IR.... REVERENCIAR... SE OFERECER

 

E tudo não passa de puro prazer:
ir
reverenciar
se oferecer...
como objeto de prazer e satisfação
como aquela  fêmea 
que se disponibiliza toda
para agradar seu macho...
ou seu Dono!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

INTERVALO...

Entre uma folga e outra, 
naquele intervalo meio corrido, 
foram ali e descarregaram
todas as emoções 
que estavam aprisionadas nos corpos...