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segunda-feira, 26 de junho de 2017

LIMITES DE UMA ESCRAVA



No mundo das relações Bdsmistas Senhor e serva ou escrava mantém vivo um código de conduta que deve ser respeitado, pelo menos no meio, por isso alguns firmam um Contrato de Relação BDSM. Eu e o meu Mestre Sr. DOM MARKA temos o nosso. Ali são descritos os limites de cada um, especificamente da escrava, pois querendo ou não o contrato de servidão é dela. É ela que declara o que quer, o que pode e o que não pode fazer. Claro que em comum acordo com seu Senhor.
Mas há sempre algumas cláusulas que são extremamente desafiadoras,  novas, desconhecidas...
Podem surgir situações em que a serva poderia não saber como se comportar, por isso é essencial a clareza da relação.
Vamos levantar aqui uma hipótese:
O Dono da escrava  "a empresta" a um outro dominador por uma sessão ou por um período de tempo, enfim... Até onde deve ir a entrega dessa serva nesse compartilhamento, com outro Mestre que não é o seu?
E se ele começar a fazer questionamentos de cunho pessoal, como: nome real, família, trabalho, estudo, relações - ela deveria ou não responder? Ou deveria, gentilmente, pedir-lhe que essas questões tratasse diretamente com seu Senhor que é quem tem a autonomia sobre seus comportamentos BDSM?
Por outro lado, quando o Senhor da escrava dar total acesso a outro dominador para uso de sua escrava poderia seu Senhor reivindicar da sua serva um comportamento diferente, com limites de entrega a outro?
Como deve ser  ser firmado o acordo?
Levanto estes questionamentos, por que já vi num blog, uma submissa participar de sessão com dois outros Mestres que não o seu Dono, e lá tudo era possível, dentro do prazer.
Entretanto, também vi (li) de outra submissa que  algumas práticas lhes eram vedadas por seu  Dono.
E agora?
Por conta de dúvidas como estas que tudo precisa ser muito bem esclarecido, tanto no contrato, quanto em conversas, até por que contratos podem ter falhas, omitir cláusulas que podem ser importantes e não lembradas no momento.
Quanto a mim, esta serva confia nos procedimentos de seu Mestre e se sente confortável em sua entrega.
O resto, o que importa é o prazer que Ele pode receber, seja de que forma for, porque isso também me dá prazer.



quarta-feira, 22 de abril de 2009

SEM PALAVRAS...


por tudo:

o que foi.

o que não é.

o que será.

o que nunca será...

(cala a escrava,

cala a poetisa,

cala as emoções

só fica o silêncio...

com palavras vazias...)