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terça-feira, 30 de maio de 2017

NOSSO ROTEIRO






 Existia entre nós 

um roteiro de sedução, 

Bdsm, desejos e paixões

Com markas de prazer

Com anseios de tesões

Com toques de perdições...

 


segunda-feira, 20 de março de 2017

FAVORITAS IMAGENS - 3

Porque há uma essência de urgência no sentir, 
no transmitir, 
que se revela na forma de se portar...








sábado, 11 de março de 2017

EU AMO, TAMBÉM!

Se odeio a Tua ausência
eu AMO a Tua presença
eu amo o Teu calor
eu amo mais ainda o toque de Tuas seduções...
Eu amo este Dominador que se reveste neste macho que Tu és...




sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

SABOR DE TESÃO




É o sabor que escorre  pela canto da boca
é o sabor que sai de ti
é esse o sabor do tesão...

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

NADA MAIS TENHO A ESCREVER...





 





Este canto sempre foi um refúgio; 
um derramar de desejos, de sonhos,
enfim, meu aprisco SM e fetiches diversificados.
Algumas coisas que escrevi são sentimentos,  aspirações minhas, conversas com pessoas praticantes e simpatizantes; texto com os quais me identifiquei e trouxe para cá...
Há, além de fantasias, muito sentimento e informações. 
Hoje apenas lembrança...
Mas Todos continuam benvindos aqui, sempre. Enquanto este blog estiver ativo...


 











FICOU APENAS UM PROJETO DE FÊMEA...INACABADO...
OLHAR PERDIDO, CHEIA DE MARKAS DE DORES, INVISÍVEIS, MAS REAIS.
MERGULHADO NUM VAZIO... VAZIA...

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A PRIMEIRA VEZ DESEJADA





 "Entrei, entreguei ao prazer desconhecido, guiado pelas mãos de quem poderia guiar, orientar, meu professor, meu Mestre. Meu Mentor. Eu queria dizer: meu Dono. Essa era minha ânsia maior: Ter um Dono, servir um Dono, dirigir-me “ao Meu Sr, Meu Amo,” e não apenas a um “Sr.”


Ansiei por “coleiras” virtuais, reais. Queria sentir o prazer de expor no pescoço a Primeira Coleira. Tudo que é Primeiro nunca se esquece. A primeira vez..."

CONTO - AQUELE VÔO INESQUECÍVEL...






 



55
Ela acordou sorrindo, cantarolando, tomou seu banho, enquanto a água do café fervia, pois gostava de café granulado quentíssimo, sem açúcar. Como ouviu uma vez de um grande Mestre. “Elimine todo açúcar e todo sal das refeições”. Ela estava tentando seguir à risca a recomendação. Os mestres sabem das coisas. Realmente o baixo consumo de sal e açúcar ajuda muito no metabolismo do organismo. Além de auxiliar na redução de gorduras e medidas.

Tomou seu café correndo e saiu para o trabalho, pensando na possibilidade de encontrá-lo EM BREVE. Encontrou em seus desejos essa possibilidade de um dia isso tornar-se realidade, mesmo que fosse por apenas alguns minutos de um dia, mesmo diante de tantas dificuldades, contratempos. E assim, chegou ao trabalho, quando encontrou aquela mensagem esperançosa, reveladora... 

Ela não teve dúvidas, iria seguir suas instruções e marcar logo uma poltrona no voo 8844  da empresa Arco Íris Azul, e assim ir ao seu encontro. Fosse onde fosse.  Nos cafundós do Judas. No mais recôncavo dos lugares. O único empecilho era a mala que com certeza iria extrapolar o peso permitido. Pois ali dentro da mesma além do peso real, tinha o peso de muitas fantasias, desejos reprimidos, esperados. Mas não tinha problema, dar-se-ia um jeitinho brasileiro. Era terminar de arrumar tudo, enviar um e-mail ou deveria telefonar? Como avisaria a ele que seu voo sairia 20:24 horas da sexta feira chegando praticamente ainda com tudo escuro, na madrugada.


 

Ficou aguardando, com tudo pronto, exalando  tesão por todos os lados.  Já tinha providenciado a alteração da regra mensal para que não houvesse nenhum inconveniente dessa “amiguinha” chegar sem avisar por conta de tantas ansiedades e esperas.

Mas uma coisa era certa: nem ela, nem ele poderiam esquecer o voo, nem o horário. Assim não haveria antecipação ou esquecimento de nenhuma das partes. Pois havia um acordo implícito e explicito entre seus prazeres.

E, com a mala arrumada, passagem na mão, se achando a sub mais pronta e especial, ela foi ao encontro do seu Mestre e Senhor; para sentir a marka do seu tesão, do seu prazer num encontro memorável, inesquecível; cheio de cordas, velcros, markas, impetuosidades. Ela já podia vislumbrar a inicio daquele momento esperado:  ela de joelhos, totalmente nua, com a respiração ofegante, à espera da presença dele, markada com passos firmes, voz firme (na visão dela “voz romântica”). Muitos suspiros: de desejo,  de medo, taquicardíacos,  com uma certeza indubitável de querer este encontro, este momento.

Aquelas horas pareceriam que corriam, e ao mesmo tempo pareciam eternas, queria prolongá-las por tantas vezes mais, mais, mais... pelo momento tão especial que vivenciava. Pelas imposições de limites alcançadas, quebradas, desejadas, mas queria que fossem mais rápidas, para que a próxima vez chegasse logo...

Ouvir aquela voz, meio sussurrante, fazia um calafrio percorrer toda espinha dorsal, todo seu corpo, sentir aquele olhar, mesmo que furtivamente penetrando seus desejos de forma tão arrombadora, sentir as markas daquelas mãos em seu corpo. Ela já não sabia  se era lucidez ou delírio. Mas o via em tudo, o sentia em tudo. Até o sabor de um pão (alimento de cadelinha) temperado pelo por aquele pé tão desejado. Ela desejou senti-lo sobre sua face. E num momento de mulher desejou sentir o peso de seu corpo sobre seu próprio corpo. Queria sentir  suas reações  se  estivesse  roçando sua língua em sua nuca.

A buceta respondia, encharcando-se, pulsando, pulando, clamando por seu cacete, sua mão, sua boca, seu prazer, queria ser invadida até explodir  em gozo correndo pela perna.

Sentiu a face arder, acordando-se do seu torpor por uma deliciosa bofetada. Deu uma saudade da primeira vez, onde o corpo todo pode arder pelo prazer impetuoso, sem medida, inexperiente, puro, virginal.

Não era uma sessão BDSM, era um renascer de vidas. Dele. Dela. Uma ligação inexplicavelmente de entrega e recebimento. Markada por uma confiabilidade necessária, presente, verdadeira, honesta, preservada, protegida, entendida, desejada.

Nunca mais ela iria esquecer aquele dia, aquelas horas. Quando tudo se iniciou apenas por um voo, uma hora, que poderia ser qualquer, mas que agora seria um dia, voo e hora especialmente lembrados. Com certeza ele também jamais esqueceria...

Ela se sentia reviver, ser alimentada pelo prazer, que nem percebeu que o tempo se foi e ele também estava a ir. Ainda com seus mistérios.  Mas real, vivo, presente, markante.

Sentiu a garganta aquecer pelo gozo que do seu cacete descia, olhos fechados para melhor saborear e corpo aberto para receber. Olhos vendados, boquiaberta, buceta latejando, cu piscando, ardendo pelas invasões prazerosas. Que momentos ímpares! Inesquecivelmente markantes!

Sentiu sua respiração ofegante no seu ouvido dizendo apenas:  - Permaneça com a venda nos olhos até eu sair, pois eu estou indo.

Quieta, ajoelhada no chão, totalmente nua, olhos vendados, uma lágrima que teimava em sair pelo olho fechado, ela ouviu a porta fechar. Indo também seu delicioso momento, longamente esperado.