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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

VENHA LER-ME...



O escritor Rubem Alves 
disse que
Ler é fazer amor com as palavras”.

Então, 
venha gozar em minhas letras...

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

ÉS TU, QUE MARKA!

Tu me dás o tema
Eu escrevo Teus passos
Sigo Teus traços
Porque
Tu és o lema
Tu és a rima
Tu és a inspiração
Tu és a própria poesia
És Tu que Marka!

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

ENTRE TRAMAS E CORDAS...


Da cor que trama
aquele prazer em cordas
amarradas
coloridas
em pontas 
em nós de nós...
Tu e eu

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

E EU ME DERRETO


E quando Tu me tomas assim, como posse Tua, que eu esmaeço toda, me desmancho, me entrego; e Tu vais me domando como se eu vontade própria não tivesse; como se de Tu dependesse; e Tu vais destilando esse veneno embriagante de sedução que Tu provocas em mim,  produzindo esse torpor alucinógeno e alucinado de desejo por Ti... Subjugas-me e toma posse do prazer que meu corpo pode provocar em teus sádicos desejos... E eu me derreto toda!

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

TEMPEROS DA VIDA



Ai de nós 
se não soubéssemos aproveitar 
os temperos
que a vida nos oferece 
para saborear
nossos momentos!


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

FASCINAÇÃO



Sempre sentir-me-ei fascinada 
com os traços BDSM,
esse desejo em servir,
esse fetiche em forma de liturgias,
essa liturgia que se desmancha em desejos...

sábado, 4 de novembro de 2017

COMEMORAÇÃO DOS SENTIMENTOS

 
(Maria Helena Chein)

Olho-te com meus olhos
e te encontro
nos meus cantos e muros,
enquanto me dispo
para beber teu beijo.

E te recebo, voraz,
testemunhando tua geografia
de picos e sulcos,
por onde me deito, pomares,
e alcanço todos os horizontes;
nos frutos que me dás,
entre uvas e amoras,
escorre em minha boca
tua doçura de flauta.

Tomas posse dos meus respiros,
do meu ventre de lua em suores;
tomas posse do meu corpo
e em tua concavidade
eu me solto e me vou
No retorno te contemplo
e te bebo mais ainda,
entre silêncios e vinhedos,
onde o único som
é o do nosso fruir.

Te descubro e me acendes
e nossa igualdade é a descoberta
de tumultos e vontades.
Eu, em teus alicerces,
tu, em minha luz,
nos resguardando
das amarras ou divisões
para não nos perdermos
em atavios ou cinzas.

E se te bebo mais ainda,
me beijas e me esparges
com teu vinho...