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domingo, 19 de março de 2017

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

MEU MESTRE, MEU AMOR BDSM







Um dia me deparei com a perspectiva de conhecer uma faceta diferenciada do prazer – o prazer BDSM. Foi quando me confrontei com tua dominação. Eu, meio trôpega, sem nexo, nem sabia como a Ti me dirigir. Mas tu foste aprimorando meus passos dentro dos teus compassos, dos teus prazeres. Meu andar de “tiras” escorregadias (sempre vou lembrar dessas tiras, até mais do que as cores do arco-íris), ficou markado.
Esperei a vida toda por um Mestre, um dono, um senhor. E quando te encontrei minha espera acabou, porque é aos teus pés que sempre me reporto e anelo estar, como serva. Tua!
Tu foste me ensinando os caminhos dos teus prazeres fetichistas, das tuas taras envolventes, e eu fui me embriagando com este teu modo de viver, de ser servido. A cada dia mais e mais cônscia e firme do que queria  (e quero) Contigo. E esperando chegar o máximo do que Tu querias comigo.
Mestre, Tu és minha completude BDSM. Meu amor diferenciado, meu prazer esperado. Tu compões a minha vida de tal forma que tua ausência me desmonta toda, me deixando sem norte, sem rumo... 
No entanto, Tu não me descompõe, não me descompleta, não me desfaz. Continuo a estudar, a trabalhar, a ter família, a sair... Continuo com minha vida “baunilha” completa. Só abri mão de um companheiro “baunilha” para a ti dedicar meu eu, estar totalmente 100% à tua disposição.
Tu me ensinaste cada treinamento de prazer, mesmo “em face à dor, que deve ser desconsiderada”. Superando limites,  superando o “sangrar” do coração, o sangrar do corpo e  me alinhando em teus prazeres. Como é bom te sentir pulsar em mim. De todas as formas. Ajoelhada, toda servil, te recebendo. Quero repetir este ato, esta cena muitas e muitas vezes mais.
Fico contando os dias para que passem rapidamente, para ouvir-te, para ter-te, para obedecer-te! Nesses momentos, só maldigo a ansiedade inimiga que faz o coração disparar sempre que de ti se lembra. Só maldigo essa saudade carrasca que maltrata o coração desta tua serva.
Mestre, Tu trazes equilíbrio à minha vida!
É tão gratificante ver teu sorriso (discreto, de certo), mesmo sentindo tua correção. Queria tanto ouvir tua voz muitas vezes seguida, mesmo que fosse ouvindo tuas instruções. Tu inspiras meus desejos. Tu me fazes poetizar o que sinto para me expressar o que tu fazes de mim.
Como não poderia não te amar, Mestre?
Componho poemas, músicas, desejos para a TI demonstrar minha entrega de vida, minha servidão. Foi CONTIGO que pactuei meu compromisso de servidão. E ele é para sempre, pois é assim que sei te amar, meu Mestre. Com esse amor BDSM que tu vais a cada dia fincando nesta serva, com teus novos ensinamentos, novos incentivos, novos desafios... “Os gigantes” parecem “anões”. Veja só! Não são mais assustadores. Apesar de que há momentos que fico desanimada com tua ausência.
A cada dia reorganizo a maleta que agora é “a mala”, cheia de prazeres, símbolo da tua presença markante. Como o Sr, me MARKA! Não dá pra te esquecer um só minuto. Agora são 11.34h do dia 18 de janeiro e aqui estou, pensando em ti, falando contigo neste texto que espero que leias.  O que escrevo para ti tem a tua marka. Sempre.
Agora vou acelerar as coisas deste mês para ficar exclusivamente  à tua disposição. 
Porque meu Mestre BDSM, eu te amo!
Bom Dia!

Tua serva ylena

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

ESTÁS PRONTA PARA SER SUBMISSA?




Engana-se quem pensa que uma vida submissa dedicada ao prazer do Dono são apenas momentos de sexo. Não é! Há um conjunto de elementos que complementam  a sessão, onde você pode ou não ser fudida. Aliás, convenhamos. Há fodas e fodas. Nem sempre uma foda é feita com um cacete. Pode ser um delicioso plug, uma longa e grossa mão, dedos, etc. 
Na falta de algum desses pode-se usar  uma garrafinha. É isso mesmo. Uma garrafa de água mineral cheia de água, bem vedada e uma camisinha. Pronto está aí teu cacete. Se acha que não foi suficiente e quer sentir vibração, a solução é pegar seu celular e colocar no vibra, intensidade máxima, volume máximo, ponha uma camisinha  e enfie-o na buceta e depois é só ficar ligando para si mesma! Tem meios e meios de buscar solução para seu prazer. Ouse.
Mas voltando ao assunto. Ser submissa é ter disponibilidade para servir, senão não serve. Já imaginou cada vez que o seu Dono lhe convocar você não poder ir? Por isso vai se livrando de empecilhos que podem atrapalhar seus momentos de entrega. Procure sempre adequar sua agenda à Dele, deixando livre as datas mais possíveis à Ele, para um encontro, pois quando a convocação chega não tem esse negócio de dizer: não posso! Não dá. 
A recusa só deverá ser possível quando algo imperioso acontecer, tipo morte... ou algo que venha a comprometer totalmente seu emprego, por exemplo.
Se preciso for, negocie suas férias com seu chefe para fracioná-las em vários dias, assim  você poderá ter vários dias no ano, em meses diferenciados para estar à disposição do seu  Mestre. Mas não deixe de informar ao seu senhor quais esses dias, assim ele também poderá antecipar, dentro das possibilidades dele a própria agenda, e/ou fazer a dele e você adequar a sua à dele.
Com relação a telefone. Mais nunca, jamais mesmo (!!!) atenda o telefone quando estiver na presença Dele, salvo Ele permita. Por isso procure deixá-lo no silencioso ou em tom baixíssimo. Se tocar, pode deixar tocando até parar. Você não vai pode fazer nada. Eu nunca atenderia!
Desprovidos dessas frescuras, poderão aproveitar cada momento para reavivar as markas... deixando outras novas...

domingo, 21 de agosto de 2016

FASCINAÇÃO



Esse teu sadismo particular que mata meus desejos de forma fascinante, avassaladora, louca.

terça-feira, 12 de abril de 2016

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

VENHA, VAMOS COMEMORAR



 

queria comemorar contigo...
entre velas e tesões
entre cama e desejos
entre corpos e mãos...
saudades...

CHUPADA



CHUPA QUE É DE...
DE QUE VOCÊ QUISER
COM O SABOR DO DONO
COM O SABOR DO MOMENTO.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

PORQUE TU, MEU MESTRE E SR MEXE COM ESTA SUBMISSA!



 



 





eu, serva

Porque tu, 
MEU MESTRE E SR 
 mexe com todos os meus desejos
Me faz sentir a mais completa submissa
Estar "aos" teus pés sempre será meu anseio principal
Te servir será sempre meu maior desejo
Preciso de TI
Por favor, volte, estou morrendo!
Morrendo de saudades
Morrendo de desejos
Morrendo para te ver
Ou então, meu Sr
Leve-me
Chama-me
Eu vou!
Eu sigo teus passos!
Porque tu mexes demais com esta serva!



terça-feira, 15 de dezembro de 2015

MINHAS IMPRESSÕES BDSM


eu, serva


Foram parcos contatos, mas recheados de aprendizados, orientações e ensinamentos esse mundo que começava a me envolver, me fascinar, seduzir de tal forma que nunca mais minha vida seria a mesma.

Foram momentos adversos, contrários, de perdas: financeira, confiabilidade, desejos. Mas todos superados pelo ardor que me consumia em querer ser uma submissa. Não apenas o fato de querer ser submissa. Mas o fato de servir, e servir a um dominador. Servir a contento, com rituais, dedicação, abnegação, desejo, paixão, entrega...


Uma via crucis segui, rumo ao meu calvário particular: ansiedade, medo, inquietação. Esperando vislumbrar no fim do túnel a tão esperada luz.

Finalmente, depois das imaturas tentativas, houve o contato real, desejado. Em um misto de medo-desejo o encontro markado pela confiabilidade e uma indubitável certeza de que era um caminho que não poderia ter volta – ou de vida ou de desejo.

Entrei, entreguei ao prazer desconhecido, guiado pelas mãos de quem poderia guiar, orientar, meu professor, meu Mestre. Meu Mentor. Eu queria dizer: meu Dono. Essa era minha ânsia maior: Ter um Dono, servir um Dono, dirigir-me “ao Meu Sr, Meu Amo,” e não apenas a um “Sr.”

Ansiei por “coleiras” virtuais, reais. Queria sentir o prazer de expor no pescoço a Primeira Coleira. Tudo que é Primeiro nunca se esquece. A primeira vez...


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

A PRIMEIRA VEZ DESEJADA





 "Entrei, entreguei ao prazer desconhecido, guiado pelas mãos de quem poderia guiar, orientar, meu professor, meu Mestre. Meu Mentor. Eu queria dizer: meu Dono. Essa era minha ânsia maior: Ter um Dono, servir um Dono, dirigir-me “ao Meu Sr, Meu Amo,” e não apenas a um “Sr.”


Ansiei por “coleiras” virtuais, reais. Queria sentir o prazer de expor no pescoço a Primeira Coleira. Tudo que é Primeiro nunca se esquece. A primeira vez..."

CONTO - AQUELE VÔO INESQUECÍVEL...






 



55
Ela acordou sorrindo, cantarolando, tomou seu banho, enquanto a água do café fervia, pois gostava de café granulado quentíssimo, sem açúcar. Como ouviu uma vez de um grande Mestre. “Elimine todo açúcar e todo sal das refeições”. Ela estava tentando seguir à risca a recomendação. Os mestres sabem das coisas. Realmente o baixo consumo de sal e açúcar ajuda muito no metabolismo do organismo. Além de auxiliar na redução de gorduras e medidas.

Tomou seu café correndo e saiu para o trabalho, pensando na possibilidade de encontrá-lo EM BREVE. Encontrou em seus desejos essa possibilidade de um dia isso tornar-se realidade, mesmo que fosse por apenas alguns minutos de um dia, mesmo diante de tantas dificuldades, contratempos. E assim, chegou ao trabalho, quando encontrou aquela mensagem esperançosa, reveladora... 

Ela não teve dúvidas, iria seguir suas instruções e marcar logo uma poltrona no voo 8844  da empresa Arco Íris Azul, e assim ir ao seu encontro. Fosse onde fosse.  Nos cafundós do Judas. No mais recôncavo dos lugares. O único empecilho era a mala que com certeza iria extrapolar o peso permitido. Pois ali dentro da mesma além do peso real, tinha o peso de muitas fantasias, desejos reprimidos, esperados. Mas não tinha problema, dar-se-ia um jeitinho brasileiro. Era terminar de arrumar tudo, enviar um e-mail ou deveria telefonar? Como avisaria a ele que seu voo sairia 20:24 horas da sexta feira chegando praticamente ainda com tudo escuro, na madrugada.


 

Ficou aguardando, com tudo pronto, exalando  tesão por todos os lados.  Já tinha providenciado a alteração da regra mensal para que não houvesse nenhum inconveniente dessa “amiguinha” chegar sem avisar por conta de tantas ansiedades e esperas.

Mas uma coisa era certa: nem ela, nem ele poderiam esquecer o voo, nem o horário. Assim não haveria antecipação ou esquecimento de nenhuma das partes. Pois havia um acordo implícito e explicito entre seus prazeres.

E, com a mala arrumada, passagem na mão, se achando a sub mais pronta e especial, ela foi ao encontro do seu Mestre e Senhor; para sentir a marka do seu tesão, do seu prazer num encontro memorável, inesquecível; cheio de cordas, velcros, markas, impetuosidades. Ela já podia vislumbrar a inicio daquele momento esperado:  ela de joelhos, totalmente nua, com a respiração ofegante, à espera da presença dele, markada com passos firmes, voz firme (na visão dela “voz romântica”). Muitos suspiros: de desejo,  de medo, taquicardíacos,  com uma certeza indubitável de querer este encontro, este momento.

Aquelas horas pareceriam que corriam, e ao mesmo tempo pareciam eternas, queria prolongá-las por tantas vezes mais, mais, mais... pelo momento tão especial que vivenciava. Pelas imposições de limites alcançadas, quebradas, desejadas, mas queria que fossem mais rápidas, para que a próxima vez chegasse logo...

Ouvir aquela voz, meio sussurrante, fazia um calafrio percorrer toda espinha dorsal, todo seu corpo, sentir aquele olhar, mesmo que furtivamente penetrando seus desejos de forma tão arrombadora, sentir as markas daquelas mãos em seu corpo. Ela já não sabia  se era lucidez ou delírio. Mas o via em tudo, o sentia em tudo. Até o sabor de um pão (alimento de cadelinha) temperado pelo por aquele pé tão desejado. Ela desejou senti-lo sobre sua face. E num momento de mulher desejou sentir o peso de seu corpo sobre seu próprio corpo. Queria sentir  suas reações  se  estivesse  roçando sua língua em sua nuca.

A buceta respondia, encharcando-se, pulsando, pulando, clamando por seu cacete, sua mão, sua boca, seu prazer, queria ser invadida até explodir  em gozo correndo pela perna.

Sentiu a face arder, acordando-se do seu torpor por uma deliciosa bofetada. Deu uma saudade da primeira vez, onde o corpo todo pode arder pelo prazer impetuoso, sem medida, inexperiente, puro, virginal.

Não era uma sessão BDSM, era um renascer de vidas. Dele. Dela. Uma ligação inexplicavelmente de entrega e recebimento. Markada por uma confiabilidade necessária, presente, verdadeira, honesta, preservada, protegida, entendida, desejada.

Nunca mais ela iria esquecer aquele dia, aquelas horas. Quando tudo se iniciou apenas por um voo, uma hora, que poderia ser qualquer, mas que agora seria um dia, voo e hora especialmente lembrados. Com certeza ele também jamais esqueceria...

Ela se sentia reviver, ser alimentada pelo prazer, que nem percebeu que o tempo se foi e ele também estava a ir. Ainda com seus mistérios.  Mas real, vivo, presente, markante.

Sentiu a garganta aquecer pelo gozo que do seu cacete descia, olhos fechados para melhor saborear e corpo aberto para receber. Olhos vendados, boquiaberta, buceta latejando, cu piscando, ardendo pelas invasões prazerosas. Que momentos ímpares! Inesquecivelmente markantes!

Sentiu sua respiração ofegante no seu ouvido dizendo apenas:  - Permaneça com a venda nos olhos até eu sair, pois eu estou indo.

Quieta, ajoelhada no chão, totalmente nua, olhos vendados, uma lágrima que teimava em sair pelo olho fechado, ela ouviu a porta fechar. Indo também seu delicioso momento, longamente esperado. 
 





sábado, 7 de novembro de 2015

DOIS






Paulo Ricardo


Quando você disse nunca mais
Não ligue mais, melhor assim
Não era bem O que eu queria ouvir
E me disse decidida Saia da minha vida
Que aquilo era loucura  Era absurdo...

E mais uma vez você ligou
Dias depois, me procurou
Com a voz suave  Quase que formal
E disse que não era bem assim
Não necessariamente o fim
De uma coisa tão bonita
E casual...

De repente as coisas Mudam de lugar
E quem perdeu pode ganhar
Teu silêncio preso  Na minha garganta
E o medo da verdade
Iêi!...

Eu sei que eu
Eu queria estar contigo
Mas sei que não Sei que não é permitido
Talvez se nós Se nós tivéssemos fugido
E ouvido a voz Desse desconhecido
O Amor! O Amor! O Amor! O Amor!...

Essa voz que chega devagar
Prá perturbar, prá enlouquecer
Dizendo pr'eu pular  De olhos fechados
Oh! Oh!...

Essa voz que chega a debochar
Do meu pavor
Mas ao pular  Eu me vejo ganhar asas e voar
Oh!...

De repente as coisas Mudam de lugar
E quem perdeu pode ganhar
Minha amiga, minha namorada
Quando é que eu posso Te encontrar
Iêê! Iêê! Iêê!...

Eu sei que eu  Ah! eu queria estar contigo
Mas sei que não Sei que não é permitido
Talvez se nós Se nós tivéssemos fugido
E ouvido a voz Desse desconhecido...

Eu sei que eu Ah! eu queria estar contigo
Mas sei que não Não, não, não, não
Não é permitido...








sábado, 10 de outubro de 2015

CONTO BDSM - AO TEU ENCONTRO



CONTO

Sexta feira, manhã. O telefone toca. Ele orienta o que devo fazer. Ponto final. Expectativas. Preparo. Correria. Dia de reunião com o conselho administrativo da empresa. Dia de pagamento. Nossa! Quanta correria. Banco. Escritório. Local da reunião. Preparação de documentos. Assinaturas. Família... ufa!...

- Chefe, tenho um compromisso às 2 da tarde, 1 hora tenho que sair, o Sr pode fazer o pagamento do pessoal? - fui perguntando e entregando folha de pagamento, recibos e o dinheiro que tinha preparado no dia anterior. Nem esperei dar resposta à pergunta dele: - pra onde tu vai? Respondi dando tchau com a mão. E me mandei pra casa para pegar minhas coisas que tinha deixado no ponto.

Sigo o trilho que me levaria à porta mágica dos sonhos bdsm.

Ligo para o aeroporto e verifico os horários de voos. Só me restava apenas um voo para estar lá, dentro do horário já pré estabelecido por Ele, pois os demais eram pela manhã. Mas no guichê me falaram que teria um as 13.45h, chegaria ao meu destino às 18.15hs. Quase me desespero. Com certeza iria me atrasar um pouco. Pois é. Isso aconteceu. Chorei. Chorei e chorei muito, pois sabia que estaria decepcionando Ele por chegar atrasada. Mas era uma coisa totalmente fora do meu controle. Eu nada podia fazer. Apenas lamentar.

Tentei relaxar, mas não dava. Pensava com meus botões: E quando eu chegar lá, Ele vai estar irado demais? Fiquei com vontade de voltar pensando nessa possibilidade. Mas não. Eu iria até o local e lá decidiria. Iria até onde Ele determinou.

E assim fiz. Cheguei naquele aeroporto, o local estava calmo. Apressei os passos para a saída e fiquei com o coração nas mãos uma taquicardia que parecia que ia morrer ali mesmo.

Retoquei o batom, renovei o perfume, suspirei fundo e achei que estava pronta.

Eu saberia quem era ELE.

Na mala, preparei um enxoval completo de besteiras (hoje dá vontade de ri até). Haja cremes, óleos, meias, sandálias, calcinhas, tiras, fitas, perfume francês!

Vai lá que a maioria das coisas nem sejam usadas!...

Deu uma vontade louca de ligar-Lhe, mas eu não tinha ordem para tal.

A crise de sudorese não me deixava, como eu suava, Como nunca tinha visto em minha vida. Credo! Eu que quase nem transpiro.

Esperei.

Seria 4 dias totalmente à mercê do sadismo e caprichos dele... O que me esperaria?

Senti seus passos firmes em minha direção. Felinos. Eu louca de vontade de olhar para Ele. Mas jamais ousaria, claro. Isso com certeza eu aprendi e nunca O desobedeceria. Ele tem todo meu respeito e admiração. Cada vez mais crescente.

- Cadela! Está atrasada!

- Perdão, meu Sr. Foi sem intenção.

- Vamos! Entre no táxi!


Sinto Suas mãos passeando por minhas coxas (dele), que agora pertence a ELE mesmo, por uma entrega minha e conquista Sua. Espero por esse momento. Eu parecia uma escrava de senzala à espera do Seu Senhorzinho. E era exatamente assim que O via. E era assim também que eu me via.

Fechei os olhos para melhor sentir cada ação Dele, cada dedo... Sensações extasiantes...

Prenúncio daquilo que me esperava... ou não..

Vai lá que ao chegar naquele quarto de hotel tenha um chicote??!!!

Ou um cinto bem largo?!!!