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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

MOMENTO...






Vem!
Para um momento eternizante

Que ficará markado pelo prazer

Vem!

Anistie essa sua ausência...

Vem!

encurta essas horas

elimina essa distância

e deixe minha boca colher teu prazer

por mim

por ti

por nós...

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

GRAFOS...


Tuas markas estão grafadas
Em todos os meus desejos

ou seria
Teus grafos estão markados 
Em todos os meus desejos

Em todos os meus passos
E em minha construção de serva


terça-feira, 28 de novembro de 2017

A PUTA QUE ELE PARIU




  

Mestre amado, 
Minhas saudações!
Achei este texto sensacional, e claro, trouxe para cá. 
Creio que será também do seu agrado, Senhor.


.............. -------............



(Luah Negra)



A puta que Ele pariu
E ela travestiu-se de puta... não apenas por fora, mas também por dentro... e a Ele entregou o corpo que já não lhe pertencia mais.
Quem é ela? Ela é cheiro de cio, visão de desejo, expressão de prazer. Se Ele a faz de puta, puta ela é para ele.
Não importa quem ela seja ou tenha sido. Importa quem ela é agora. Importa o que ela é para ele e como ela é com ele.
Ela é aquela que se transforma a cada dia numa mulher mais liberada, tesuda e vadia como jamais foi e sempre desejou ser.
E deseja ser, para ele, a puta insaciável... aquela que se põe de quatro para ser fodida.
Quer ser aquela vagabunda de esquina... não aquela que se vende, mas sim a boqueteira de plantão, que fica feliz mamando o pau do seu macho.
E não se importa de ser o depósito de porra Dele, a puta de esquina, piranha de estrada, a vadia que o aguarda pelos cantos escuros para ter a boca fodida por ele.
É dona de um corpo vadio, que sequer lhe pertence... sua cara é para ele bater... vagabundas, como ela, gostam de apanhar na cara... sim, na cara, e não rosto ou face, pois estes são para as recatadas, ela apanha é na cara e quanto mais apanha, mais safada fica, mais tesuda, vadia e desejada se torna.
Ela é a puta que abre as pernas, pedindo pra ser fodida, pra ser rasgada e arrombada, porque toda puta é arrombada de tanto que é fodida por seu macho.
Seu corpo pertence a Ele... e o macho não pede, ele usa e abusa da sua vadia como quer, onde quer e sempre que quer.
Puta não tem querer, não tem vontades, puta serve pra foder! Serve pra ser usada em qualquer canto que seu macho queira fodê-la.
Qualquer parede vira cama pra ela.
A boceta vadia está sempre molhada, tesuda, faminta, é tão gulosa que está sempre se abrindo em oferecimento... seu cu vagabundo, já viciado no pau que sempre lhe invade, pisca só de sentir a presença do macho... a boca se abre a espera da pica dura para fodê-la... e a vadia se baba, se mela toda... sussurra, geme, se contorce, grita de tesão... e goza! Goza com ele, goza pra ele! Goza como se não se houvesse amanhã.
E a cada gozo ela morre um pouco... morre para renascer ainda mais a puta Dele, toda Dele e apenas Dele.
Quem é ela? Ela é puta que Ele pariu! É o fruto do encontro de seus desejos. Gerada na luxúria, concebida no prazer de dar e receber prazer.

 

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

CAMINHOS






Quando os caminhos estão traçados, não há como mudar o seu curso. Eu sempre soube que minha vida bdsm estava estreitamente entrelaçada com a do Mestre. Mesmo sem saber exatamente onde seria essa intersecção. Mas nalgum momento esse elo se ligaria.
As operadoras de telefonia estão fazendo serviço de manutenção nesta cidade e em outras circunvizinhas, e isso atrapalha o acesso à internet, até mesmo por uso de telefone, e até ao meu blog, - meu cantinho bdsm. Por isso fiquei uns dias sem adentrá-lo. Mas agora estou de volta com as postagens.
Eu seguia um blog de uma submissa chamada "rashna" e seu Senhor, aqui no Nordeste, onde a mesma narrava sua vivência D/s como serva que se dedicava integralmente a servir seu Dono. Uma relação 24/7. Ali, a escrava relata momentos de extremo prazer bdsm, às vezes partilhados, às vezes apenas entre os desejos de Seu senhor. Lembro-me que nalgumas vezes ela foi partilhada com outro/s, com outra/s. Pena que a mesma não continuou mais com seus relatos inspiradores.
Quando a relação chega ao nível de empréstimos, de compartilhamento, o que está em evidência é a obediência  bdsm irrestrita de uma serva para com seu Dono, seu Senhor; não é apenas  em nome de um prazer pessoal Dele. Pode-se vislumbrar a intensidade do acatamento da ordem.
Cada vez mais esta serva se sente mais tranquila para servir aos desejos e  ordenanças de seu adorado Senhor.
Depois de desencontros (coisas suscetíveis de acontecer) um momento regado com muitas markas, markaram as delícias que um Senhor e serva podem ter. Sentir-se aquecida pelo toque irretocavelmente quente da mão do Mestre é algo que abrasa tantos desejos; desejos de ir sempre mais além. De sentir ainda mais, e mais, e mais...
As ousadias só não são ilimítrofes por que o corpo ainda não está “calejado” o suficiente... Mas como costumo dizer, tudo com treinos reiterados se consegue andar sempre um pouco mais.
Como não vibrar ao sentir o prazer do Mestre? O prazer da dor: intensa ou tênue?  O que dizer então do toque de mãos desejadas? De dedos deliciosamente safados, com todas as insinuações de prazer?
Sentir o Mestre desenhar os contornos de Seu prazer no corpo de sua irrestrita serva... como se quisesse perpetuar na memória e nas mãos, escrevendo com as pontas dos dedos cada traço, e sentir que ali há, de fato, uma fêmea totalmente submissa ao desejo de servi-Lo!
O que o tempo não apaga, a memória reacende e os momentos reescrevem a cada letra, a cada ordem, a cada encontro, a cada tempo.
Depois de tudo o que fica? Hummm. As delícias que vão regando a garganta, a memória, momentos esses de desejos irrefutáveis que foram construídos com essa marka indelével!
Agora mais do que nunca: foco. Foco nos resultados, nos treinos. No desejo de ousar. Ir um pouco mais do que aqui, do que ontem, do que hoje... Quero um amanhã repleto de coroações. Quero aquela “mala” com seus componentes totalmente arregaçada pela ousadia do poder que um Mestre que MARKA pode cunhar em uma serva totalmente entregue em Suas mãos.

serva ylena de Dom Marka

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

LÁ ESTAREI


onde existir

a paixão

o desejo

a sedução

o tesão

o servir

lá estarei...


nem que seja no fim do mundo
porque ali existirá a melodia do querer
ali existirá Tua presença...

 

terça-feira, 7 de novembro de 2017

O IRREAL MUNDO DO REAL BDSM








Quando se tem contato com o mundo BDSM, só se tem duas reações: ou a gente se choca e se assusta ou a gente sonha, deseja, abre mão, renuncia, aceita, muda, transforma-se para se “adequar” dentro dos padrões  escolhidos.
A interferência direta ou indireta no seu modo de viver depende exclusivamente da postura assumida por você mesmo. Os acordos consensuais com seu Mentor são, também, apoentes imprescindíveis para a ratificação do estilo de vida escolhida.
Em muitas situações o Dono açambarca para si o controle não apenas dos desejos, mas da própria vida de seu subjugado. Como por exemplo, controlando seus horários, seu comer, seu vestir, seu trabalho, seus estudos, enfim, uma dominação pessoal e retitiva, em geral no sistema 24/7.
Mas como tudo na vida, onde há altos e baixos, certezas e incertezas, alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, chorar e sorrir, no BDSM não é diferente.  Aqui, nessa redoma, nesse “dungeon”, nessa “senzala”, criados muitas vezes em nossas fantasias, em nossos desejos, sem sair do irreal de nós mesmos e transportar os portais e limites do real vamos nos perdermos e consumindo tempo.
Chega um momento em que temos que por os pés no chão e voltar para o real-real. Pois assim costumo dizer “não é tolo nem louco, quem larga o que não pode segurar e segurar aquilo que não pode perder”.
Sonhos sonhados, mas desconstruídos não são sonhos reais.
Palavras não materializam pessoas. “Tete-a-tete”. Nada mais prazeroso que ter o tato, sentir a pele, o cheiro, o respirar, a voz, a ordem, “skin-on-skin”. Isso sim, torna-se o BDSM real. Por isso sempre fui reticente quanto a BDSM virtual, cheio de ordens e simbolismos internéticos, sem de fato o subjugado  olhar nos olhos (quando permitido), ou olhar somente  “aos” pés, posição de quem serve.
Eu sei que sou uma Fêmea. Uma serva. Com todas as características que a essência feminina pode expressar. Ser serva é uma coisa coloquial, assim como quem escolhe ser uma doméstica, um jardineiro, uma secretária. Em todos os âmbitos há extremos – para mais ou para menos. Seja entre pobres, seja entre ricos... É da natureza psicótica humana.
Viver a vida real é sair do mundo irreal dos sonhos.
BDSM é real para quem pode e quer viver.  Querer e poder nem sempre andam de mãos dadas... Eu quero...  mas não posso... Eu posso... mas não quero... 
São situações adversas, antagônicas que podem refletir a vida e momento de muitos bdmistas...
Eu sempre quis... Mas nem sempre pude. A vida segue o curso, um leito, tal como rio... o tempo passa. O tempo passa! E todos, vamos juntos com ele, desgastando-nos, desfazendo-nos, desmanchando-nos...
A hora de viver é hoje. É agora. O prazer não pode esperar, deter o tempo. O irreal só pode ser real se houver uma junção dos contrates. Tu x  eu. Homem x mulher. Senhor x serva.